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Archive for the ‘Empreendedorismo’ Category

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As inscrições para o GSoC começam no dia 29 de março e vão até o dia 08 de abril. Então se você é craque em programação, se inscreva, pois este programa dá bolsas para estudantes para participar de projetos de código aberto. O programa já está na sexta edição e já contou com a participação de mais de 3.400 programadores de cerca de 100 países, incluindo o Brasil.

Os estudantes fazem o trabalho em casa ou na faculdade e se comunicam por chat ou outras ferramentas da web.

O Google paga U$S 500,00 ao estudante antes do início do projeto. Depois, os participantes são submentidos a duas avaliações, no meio e no fim do projeto. O programador ganha U$S 2.250,00 após ser aprovado em cada uma delas. Cada projeto é coordenado por uma organização mentora, que recebe U$S 500,00 por estudante.

Como participar:

Para participar do Google Summer of Code é necessário ter mais de 18 anos e estar matriculado numa instituição de ensino reconhecida (cursos universitários de graduação, pós-graduação e MBA). O estudante deve escolher uma organização mentora para representá-lo e elaborar uma proposta de participação. É possível se candidatar para colaborar com até 20 projetos, mas apenas uma proposta poderá ser aceita. Organizações que queiram participar como mentoras de algum projeto também precisam se inscrever de 08 a 12 de março de 2010.

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1. Investimentos em Tecnologia

  • Transferência de tecnologia;
  • Extensões tecnológicas;
  • Implantação de sistemas de garantia da qualidade;
  • Pesquisa de desenvolvimento (protótipo);
  • Instalação de laboratório de testes;
  • Registro de patentes.

2. Investimento para implantação de sistemas de gestão empresarial:

  • Consultoria;
  • Treinamento;
  • Aquisição de manuais técnicos, livros e periódicos;
  • Aquisição de programas de informática (software);
  • Catálogos, folders e material promocional.

3. Outros investimentos:

  • Obras de construção civil;
  • Instalações elétricas, hidráulicas e depuradoras de resíduos;
  • Vitrines e outras instalações comerciais;
  • Móveis e utensílios de escritório;
  • Veículos automotores novos ou usados, de carga – caminhonete ou utilitário – com até 5 anos de uso, com lotação de até 3 passageiros incluindo o condutor, e motocicletas de até 125 cilindradas, classificados pelo Código de Trânsito Brasileiro.
  • Máquinas e equipamentos novos – inclusive de origem estrangeira, já internalizados – ou usados, com até 5 anos de uso.
  • Máquinas de escrever, de calcular, fax e copiadoras, computadores, periféricos – novos;
  • Recuperação e manutenção de máquinas e equipamentos;
  • Despesas de transporte e seguro de máquinas e equipamentos objeto do financiamento;
  • Montagem, engenharia e supervisão das máquinas e equipamentos objeto do financiamento.
  • Placas e plaquetas identificadoras do alocador de recursos;
  • Taxa de Franquia;
  • Luvas ou o direito de uso do ponto comercial em lojas localizadas em Shopping Centers, devendo o valor estar contido no capital de giro associado.

Existem também recursos do BNDES para financiamento de infra-estrutura, máquinas e equipamentos às Micro e Pequenas Empresas, sendo que o limite máximo varia de acordo com cada agente financeiro repassador de recursos do BNDES.

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Por Roberto Bellucci

Campus Party, a maior festa mundial da Internet, considerado o maior evento em inovação tecnológica, Internet e entretenimento eletrônico em rede do mundo, oferecendo 24 horas de atividades por dia, neste ano utilizando o espaço do Centro de Convenções Imigrantes, com 38 mil m2, com mais de 7.000 “campuseiros”, que apresenta novidades e discussões sobre criatividade digital, robótica, ciência, entretenimento digital, inovação, tecnologia da informação, Internet, hardware, software, jogos, bandas largas, novas estruturas da música, do vídeo, das mídias e, sob o ponto de vista do mercado, novos clientes, novas demandas, novas tendências, projeção de novas oportunidades e necessidades.

Descobre-se, nesse ambiente, desenvolvedores de softwares de alta precisão, cartunistas, músicos, designers de jogos e outras capacidades que, por vezes, têm doze, treze anos…De idade! Meninos, adolescentes e jovens produzindo sonhos ou sonhando com produtos para a sua satisfação e, melhor de tudo, realizando.

  • Quais as suas necessidades?
  • O que eles precisam?
  • O que querem comprar?
  • Para quem eles desenvolvem suas idéias?
  • Quantos são?
  • Qual a projeção desse – não tão – novo mercado?
  • O que eles falam?
  • Como falam?
  • Qual a linguagem?
  • Com quem se comunicam?
  • Pra onde vai esse conhecimento?
  • Onde é compartilhado?

É certo que estamos experimentando uma mudança nem silenciosa e nem lenta. Tudo está se tornando perto, simples, prático, rápido, eficiente, direto, “glocal” (Global e local), precoce, na palma da mão. Ao mesmo tempo, vivenciamos a confusão da transferência das gerações, com as mudanças sociológicas, demográficas, políticas e culturais.

Esse novo mercado quer simplicidade, praticidade, tecnologia avançada, preços competitivos e adequados à realidade do consumo e não do produto.

O novo mercado é novo na idade de seus consumidores, mas tem uma extensão para os adeptos – de qualquer idade – ao que é novo e inevitável – a tecnologia da informação, da comunicação, da criação e integração das mídias.

É preciso aprender muito com estas gerações de consumidores que produzem, criam, desenvolvem e participam da mudança de comportamento da sociedade.

Antes, as mudanças eram evidenciadas por ícones ou marcas, que transformavam pela transgressão aos modelos. Eram facilmente identificáveis.

Hoje – e a Campus Party indica esse comportamento – todos podemos transformar conceitos, padrões, modelos, criar tendências (breves), enfim, participar das mudanças. Os “meninos” de doze anos já estão nos sinalizando:

Façam algo novo, porque nós já estamos fazendo.

Ao visitar a Campus Party, temos a clara idéia de que temos que acelerar nosso processo de entendimento do mercado.

A tecnologia e a informação instalada é facilmente absorvida e substituída com pouco tempo. É a grande oportunidade para conhecermos melhor o novo – ou novos – mercados, com novas exigências, novos comportamentos, novos clientes e com a incumbência de entregar produtos e serviços adequados, com satisfação e qualidade.

Não é um mundo novo. Ele já está aí, na nossa frente, agindo, comprando, vendendo, sugerindo novas formas de planejamento, de administração de empresa, de relacionamento.

Há um distanciamento perigoso desse mercado que vai, inevitavelmente, aportar no cais dos incrédulos.

Observar, respeitar e agir rápido para aproveitar as oportunidades é o que se deve praticar neste momento para coexistir e se desenvolver no grande “Campus” mundial.

E que possamos fazer a “festa” juntos.

Roberto Bellucci

Consultor da Orientação Empresarial – Sebrae/PA


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Veja aqui as dicas de um dos maiores empreendedores do Brasil – Abílio Diniz para você qu está pensando em abrir um negócio.

E veja aqui algumas dicas sobre o projeto do Sebrae/SC: Negócio Certo

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O primeiro passo para constituir uma cooperativa é reunir no mínimo 20 pessoas. Este grupo deve discutir os objetivos da iniciativa e qual será sua atividade.

Os futuros cooperados devem elaborar o estatuto social. Nesse contrato deve incluir em linhas gerais a forma de funcionamento, mencionar as obrigações e direitos dos associados, eleição dos administradores, modo de administração e fiscalização, definição de atribuições, poderes e funcionamento, representação ativa e passiva da sociedade em juízo ou fora dele, entre outras.

Então será feita uma Assembléia para fins de constituição, aprovando o Estatuto Social, elegendo os administradores e o Conselho Fiscal.

Finalmente é feito o registro na Junta Comercial, para onde serão remetidas cópias do Estatuto e da Ata da assembléia.

Saiba que quem manda na cooperativa são todos os cooperados. Cada cooperado tem direito somente a um voto. Os cooperados deliberam em assembléia geral para tomar as decisões.

Veja também:

Lei nº 5.764/71

Portal do Cooperativismo
Site da OCB – Organização das Cooperativas do Brasil
Cooperativa

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Apuração de resultados

Se o fluxo de caixa é a bússola dos empresários, o demonstrativo de resultado, isto é, a apuração de resultados equivale aos momentos de parada para conferir e acertar o rumo, a direção. Já dizia o ditado mais ou menos assim: “se você não sabe para onde vai, qualquer direção serve”. Na montagem do seu plano de negócios, bem como no dia-a-dia da empresa, você terá que fazer muitas estimativas, duas delas poderosas:

  • previsão de vendas e
  • previsão de lucro

Praticar essas duas previsões é saber para onde ir.

Ambas influenciarão todas as demais. Cumprir essas estimativas significa simplesmente viabilizar a empresa.

Por isso, agora você deverá realizar no plano de negócios uma apuração de resultados para cada alternativa que criar.

A prática da apuração de resultados obrigará sua empresa a manter toda a operação muito bem organizada e documentada. No final do mês você confrontará as vendas realizadas com os custos variáveis, as despesas comerciais e os custos fixos, para verificar se obteve resultado positivo (lucro), ou negativo (prejuízo).

Juntos, o fluxo de caixa e o demonstrativo de resultados são os dois instrumentos mais importantes da gestão financeira da empresa. Por isso todo empresário deve dominar sua prática, interpretação e tomada de decisão.

Reforçando:

  1. Aprenda a apurar o resultado da empresa. Por mais trabalhoso que pareça no início, entenda que depois do fluxo de caixa é a mais importante ferramenta de decisão para empresários desde agora, na elaboração do plano de negócios, até a operação da empresa.
  2. Você só saberá se a empresa é viável quando conhecer o resultado de sua operação. Portanto, faça cursos que abordem gestão financeira da empresa.
  3. Recorde o que dissemos antes, não se contente com apenas um curso nem com “instrumentos computadorizados” que apenas ajudam a montar controles financeiros. Na elaboração do plano de negócios e no dia-a-dia da empresa, a gestão financeira será sua maior ocupação. Ser habilidoso no trato dessas questões é parte do “segredo” do empresário competente.
  4. Utilize-se dos vários programas do SEBRAE, inclusive das orientações técnicas  específicas ao seu caso, tantas vezes quantas desejar.

Completando estas orientações, nós do SEBRAE podemos ainda detalhar os procedimentos legais para abertura de uma empresa, ou do empreendimento que deseje montar, inclusive todas as opções dentro do direito empresarial referentes ao novo Código Civil. Você também poderá instruir-se conosco sobre a questão de impostos e contribuições especificamente para a empresa que desejar abrir.

Mas vale lembrar as vantagens de ser empresário, de ter seu próprio negócio, sua empresa. Basta notar que “emprego”, como nós o conhecemos hoje, tem cerca de apenas dois séculos. Portanto, é muito recente. Podemos dizer que nossa natureza não é depender de emprego para sobrevivência e acumulação de riquezas.

O homem sempre foi empreendedor no sentido de aproveitar oportunidades para criar riquezas. Além disso, um excelente emprego é coisa sempre provisória. Imagine que alguém com um excelente emprego sofre um acidente e vem a  falecer.

O que deixa para a família? Uma poupança? Seguro de vida? Pode ser, mas não o emprego. Pois este é pessoal e intransferível. É como se com a morte da pessoa a família ficasse “desempregada”.

Mas, se essa pessoa possui um negócio, uma empresa, a família pode continuar a ter uma empresa, somente dependendo dela mesma, de seus membros, se souber levá-la para a frente e manter sua viabilidade, usufruindo de seus lucros, de sua rentabilidade. Aliás, deve ser também preocupação do empresário preparar a família para comandar os negócios na sua falta. Daí a importância de possuir uma empresa própria, pois empresário e familiares poderão assegurar um futuro mais próspero e garantido.

Sucesso!!

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