Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘Gestão de Empresarial’ Category

No Painel “Empreendedorismo de Alto Impacto”, Beto Sicupira apresenta suas idéias sobre liderança e o que diferencia bons líderes daqueles excepcionais.

E você, qual a sua opinião sobre este assunto?

Anúncios

Read Full Post »

Por Ronaldo Hofmeister

Este conceito surgiu para identificar o consumidor que estava em transito ou em viagens e precisava consumir desde o alimento até uma noite de sono passando por entretenimento enquanto espera seu próximo trajeto da viagem. Com o tempo este termo foi mudando e hoje é utilizado para descrever um novo consumidor.

O Transumer é um consumidor que busca uma nova experiência de consumo ou de produtos diferentes os quais são adquiridos por poucas pessoas. Um bom exemplo é viajar para onde ninguém da sua rede de relacionamentos foi. Produtos de luxo deixam de ser um sinal de status pois não querem carregar o peso de bens na sua vida preferem colecionar sensações.

Para atender este tipo de consumidor será necessário criar uma surpresa ou proporcionar momentos para ele curtir a vida. Este consumidor quer mais qualidade de vida e busca o bem estar acima de bens e produtos. Sua empresa precisará inovar constantemente. Nem todos os consumidores seguirão este padrão de consumo, mas hoje já representam uma parcela com excelente poder aquisitivo e disposto a gastar muito bem.

Com a ascensão da classe C que passou a consumir produtos de marcas, as classes B e A passam a desejar um novo tipo de consumo que as diferenciam da classe C.

E você já está pensando em atender os Transumers?

Ronaldo Hofmeister

Consultor – Sebrae/PR

Read Full Post »

Por Edmilson Koji Tanaka

Eis uma dúvida apresentada por um estimado leitor deste blog.
O que você faria?

Na íntegra, transcrevo a questão de um estimado leitor:


Caso interessante: o que o Senhor faria:
Um comerciante dispõe de R$ 200.000,00 em caixa.
Paga R$ 2.000,00 por mês de aluguel, e o imóvel em que atua está à venda por R$ 200.000,00
O que ele deve fazer:
a) comprar o imóvel e sair do aluguel
b) ficar pagando aluguel e com os R$ 200.000,00 abrir mais uma loja
c) ficar pagando aluguel, com os R$ 200.000,00 abrir mais uma loja, e financiar outros R$ 200.000,00 e abrir uma terceira loja

Eis uma situação real apresentada como uma questão de consulta que recebemos recentemente…
Afinal, qual seria a sua decisão?

Eis a minha opinião:

Na questão da compra do imóvel, há que se avaliar inúmeras situações, especialmente as estratégicas… efetuar a compra de um imóvel significa IMOBILIZAR SEU CAPITAL DE GIRO transformando-o num recurso IMOBILIZADO. A expressão é sugestiva certo?  Imobilizar é o mesmo que engessar o seu dinheiro.
Decidir utilizar todo o capital de giro para esta oportunidade pode representar dificuldades financeiras num futuro muito próximo.

Minha modesta opinião é que esta prática – diante da situação relatada – deva acontecer somente quando o imóvel representar uma necessidade estratégica imprescindível. Eu particularmente investiria primeiro na abertura de um novo ponto comercial. Com isso multiplicaria as vendas, e, acumulando o resultado de ambas em outros R$ 200 mil, aí sim, utilizaria este para imobilizar e manter aqueles outros R$ 200 mil como reserva…

Ou seja, entendo ser melhor colocar o dinheiro onde ele tenha a oportunidade de multiplicar…

Então, a opção que eu assinalaria é o item B.

Você concorda?

Edmilson Koji Tanaka

Consultor – Sebrae/PR

Read Full Post »

Read Full Post »

Por Boris Hermanson

Como saber em sua empresa poderia fazer mais por menos, e ainda assim encantar seus clientes?

Bem, uma forma de se fazer isso é através da cadeia de valor. Mas o que é isso?

Cadeia de Valor:

Podemos dizer que cadeia de valor é o conjunto das atividades realizadas por uma empresa, cuja analise detalhada permite ao empresário verificar os custos de cada uma dessas atividades, bem como estabelecer o que elas agregam em termos de satisfação do cliente final.

Assim, esta analise, ao permitir que o empresário tenha uma idéia de custo/benefício de cada, auxilia no planejamento mais eficiente em relação à aplicação de tempo, esforço e recursos financeiros naquilo que realmente fará a diferença.

Composição da cadeia de valor:

De acordo com o criador desse conceito, o economista Michael Porter, a cadeia de valor é composta por atividades primárias (logística, operações, marketing, serviços), atividades de apoio ou suporte (infra-estrutura da empresa, gestão de recursos humanos, desenvolvimento tecnológico) e pela margem de valor (montante que os compradores estão dispostos a pagar pelo produto que uma empresa oferece) acrescentado em cada uma das atividades e pelas relações estabelecidas entre elas, conforme definição encontrada na Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Cadeia_de_valor).

Assim, ao desmembrar cada uma dessas atividades, seus custos, e como estas atividades estão relacionadas entre si e o que elas agregam aos produtos e serviços, é possível ao empresário introduzir melhorias e/ou redução nos custos dos processos da empresa.

Exemplo de aplicação:

Imaginemos uma loja cuja atividade principal é a revenda de artigos feitos de vidro, cuja principal preocupação do seu empresário é a de que sua empresa não apresenta nenhum diferencial em relação aos seus concorrentes, sendo apenas mais uma entre tantas que já existem no mercado.

Para mudar tal situação ele parte para a analise da cadeia de valor de sua empresa. Ao realizar esta analise, ele acaba descobrindo que para agregar valor aos seus produtos e criar um diferencial em relação aos seus concorrentes, a solução mais eficiente em termos de custos será investir na qualificação de seu principal fornecedor, de forma que ele passe a trabalhar o vidro com técnicas que permitam sua personalização.

Assim, ao invés de perder tempo, energia e preciosos recursos financeiros em uma série de tentativas e erros, o empresário citado em nosso exemplo poderá direcionar esses recursos para aquilo que fará realmente a diferença para sua empresa.

Conclusão:

Tendo em visto os ganhos em termos de competitividade que a analise da cadeia de valor pode proporcionar para sua empresa, vale a pena que o empresário invista um pouco de seu tempo no estudo desse método.

Uma dica para iniciar este estudo é partir utilizar a bibliografia indicada no link da Wikipédia acima citado. Esperando que esse investimento se traduza em bons frutos para sua empresa.

Boris Hermanson

Consultor – Sebrae/SP

Read Full Post »

Para inserir corretamente os processos na empresa, considerando os dois lados de um negócio, o do cliente e o da gestão empresarial, o empresário precisa reconhecer quais são as premissas relativas aos controles administrativos e financeiros para o seu modo de administrar, como também as metodologias, para atender com qualidade e técnica as necessidades dos clientes. Assim, os processos podem ser divididos em:

1 – Operacional: reconhecer todos os processos inerentes às diversas atividades empresariais específicas realizadas na empresa.

  • A informatização deverá dinamizar as relações dos processos com as necessidades de gestão da empresa, além de proporcionar uma maior dinâmica ao atendimento dos clientes e dos fornecedores. (Ex.: processo de vendas com as atividades de atendimento, cadastro, estoque, contas a receber, etc., funcionando de forma integrada).
  • O ideal é a elaboração de um fluxograma dos processos e das atividades relacionadas de modo simples e funcional.

2) Funcional: reconhecer as atividades realizadas por funcionários, no relacionamento com clientes, fornecedores e ainda proporcionar recurso à gestão  empresarial, em que a informatização irá oferecer à empresa e também aos clientes, uma maior versatilidade e rapidez em todo o processo de atendimento (Ex.: confirmação do valor da venda de determinado produto e a totalização de um orçamento).

3) Mercado: reconhecer os padrões do segmento de mercado, em função da necessidade de competição, obrigando a empresa a seguir um determinado padrão estabelecido no mercado. (Ex.: um supermercado com seus check-out – PDV).

Read Full Post »

Para conseguir cumprir as necessidades dos controles empresariais, o empreendedor deve visualizar e analisar os processos de relação da empresa com os seus clientes e fornecedores.

Portanto, os controles empresariais devem contemplar desde o atendimento (cadastro dos clientes), as análises internas (custos, formação dos preços de venda, fluxo de caixa e demonstrativos de resultados), o estoque (controles de entrada, saída e giro),s eguindo posteriormente, para a expedição e a entrega do produto e serviço, até o pós-venda.

Todas estas atividades precisam ser monitoradas por controles diários, se possível, informatizados e integrados, para oferecerem os recursos necessários à gestão empresarial e às suas decisões estratégicas.

São poucos os empresários que utilizam as informações coletadas na sua empresa para as tomadas estratégicas de decisões.

Infelizmente, quase sempre, são utilizadas as informações genéricas, obtidas na visualização simplificada do mercado, ou pela experiência adquirida, ou ainda, da visão dos concorrentes e de suas atividades, que também são muito importantes para a sobrevivência do negócio, mas não retratam a sua realidade.

Quando o conhecimento gerado na empresas é deixado de lado, e somente é considerada a visão empírica da organização, com certeza, o empresário colocará em risco o futuro do negócio.

O empreendedor necessita ter o controle sobre todos os aspectos inerentes ao negócio, mas existem alguns que são primordiais para a gestão da empresa, como seguem:

  • Cadastro de clientes, fornecedores e produtos
  • Controle do estoque e as informações inerentes a ele
  • Analisar o Demonstrativo de Resultados do Exercício, através da margem de contribuição, do lucro líquido da empresa e também do ponto de equilíbrio.
  • Analisar diariamente o Fluxo de Caixa, que proporciona as condições adequadas à orientação financeira da empresa, ao longo do tempo.

controles_de_gestão

Read Full Post »

Older Posts »