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Archive for the ‘Internet’ Category

As inscrições para o GSoC começam no dia 29 de março e vão até o dia 08 de abril. Então se você é craque em programação, se inscreva, pois este programa dá bolsas para estudantes para participar de projetos de código aberto. O programa já está na sexta edição e já contou com a participação de mais de 3.400 programadores de cerca de 100 países, incluindo o Brasil.

Os estudantes fazem o trabalho em casa ou na faculdade e se comunicam por chat ou outras ferramentas da web.

O Google paga U$S 500,00 ao estudante antes do início do projeto. Depois, os participantes são submentidos a duas avaliações, no meio e no fim do projeto. O programador ganha U$S 2.250,00 após ser aprovado em cada uma delas. Cada projeto é coordenado por uma organização mentora, que recebe U$S 500,00 por estudante.

Como participar:

Para participar do Google Summer of Code é necessário ter mais de 18 anos e estar matriculado numa instituição de ensino reconhecida (cursos universitários de graduação, pós-graduação e MBA). O estudante deve escolher uma organização mentora para representá-lo e elaborar uma proposta de participação. É possível se candidatar para colaborar com até 20 projetos, mas apenas uma proposta poderá ser aceita. Organizações que queiram participar como mentoras de algum projeto também precisam se inscrever de 08 a 12 de março de 2010.

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Por Roberto Bellucci

Campus Party, a maior festa mundial da Internet, considerado o maior evento em inovação tecnológica, Internet e entretenimento eletrônico em rede do mundo, oferecendo 24 horas de atividades por dia, neste ano utilizando o espaço do Centro de Convenções Imigrantes, com 38 mil m2, com mais de 7.000 “campuseiros”, que apresenta novidades e discussões sobre criatividade digital, robótica, ciência, entretenimento digital, inovação, tecnologia da informação, Internet, hardware, software, jogos, bandas largas, novas estruturas da música, do vídeo, das mídias e, sob o ponto de vista do mercado, novos clientes, novas demandas, novas tendências, projeção de novas oportunidades e necessidades.

Descobre-se, nesse ambiente, desenvolvedores de softwares de alta precisão, cartunistas, músicos, designers de jogos e outras capacidades que, por vezes, têm doze, treze anos…De idade! Meninos, adolescentes e jovens produzindo sonhos ou sonhando com produtos para a sua satisfação e, melhor de tudo, realizando.

  • Quais as suas necessidades?
  • O que eles precisam?
  • O que querem comprar?
  • Para quem eles desenvolvem suas idéias?
  • Quantos são?
  • Qual a projeção desse – não tão – novo mercado?
  • O que eles falam?
  • Como falam?
  • Qual a linguagem?
  • Com quem se comunicam?
  • Pra onde vai esse conhecimento?
  • Onde é compartilhado?

É certo que estamos experimentando uma mudança nem silenciosa e nem lenta. Tudo está se tornando perto, simples, prático, rápido, eficiente, direto, “glocal” (Global e local), precoce, na palma da mão. Ao mesmo tempo, vivenciamos a confusão da transferência das gerações, com as mudanças sociológicas, demográficas, políticas e culturais.

Esse novo mercado quer simplicidade, praticidade, tecnologia avançada, preços competitivos e adequados à realidade do consumo e não do produto.

O novo mercado é novo na idade de seus consumidores, mas tem uma extensão para os adeptos – de qualquer idade – ao que é novo e inevitável – a tecnologia da informação, da comunicação, da criação e integração das mídias.

É preciso aprender muito com estas gerações de consumidores que produzem, criam, desenvolvem e participam da mudança de comportamento da sociedade.

Antes, as mudanças eram evidenciadas por ícones ou marcas, que transformavam pela transgressão aos modelos. Eram facilmente identificáveis.

Hoje – e a Campus Party indica esse comportamento – todos podemos transformar conceitos, padrões, modelos, criar tendências (breves), enfim, participar das mudanças. Os “meninos” de doze anos já estão nos sinalizando:

Façam algo novo, porque nós já estamos fazendo.

Ao visitar a Campus Party, temos a clara idéia de que temos que acelerar nosso processo de entendimento do mercado.

A tecnologia e a informação instalada é facilmente absorvida e substituída com pouco tempo. É a grande oportunidade para conhecermos melhor o novo – ou novos – mercados, com novas exigências, novos comportamentos, novos clientes e com a incumbência de entregar produtos e serviços adequados, com satisfação e qualidade.

Não é um mundo novo. Ele já está aí, na nossa frente, agindo, comprando, vendendo, sugerindo novas formas de planejamento, de administração de empresa, de relacionamento.

Há um distanciamento perigoso desse mercado que vai, inevitavelmente, aportar no cais dos incrédulos.

Observar, respeitar e agir rápido para aproveitar as oportunidades é o que se deve praticar neste momento para coexistir e se desenvolver no grande “Campus” mundial.

E que possamos fazer a “festa” juntos.

Roberto Bellucci

Consultor da Orientação Empresarial – Sebrae/PA


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Por Luis Alberto F. Lobrigatti

Está cada vez mais ampliada, a seara de vendas aos órgãos públicos através do processo denominado Pregão Eletrônico. O governo determina que a maioria das compras seja realizada através desse processo, e a internet é o canal utilizado para as negociações. Para as pequenas empresas isso também é mais uma possibilidade de vendas. Mas atenção, muita atenção, pois na prática, o Pregão Eletrônico é uma espécie de leilão de preços onde quem ofertar o menor valor leva. Se você pensa em comercializar produtos ou serviços nestas condições, avalie bem o que apresentaremos e, esteja preparado para transformar isso em oportunidades de gerar resultados positivos para a empresa.

Primeiro, esteja atento às condições apresentadas pelos compradores e, principalmente, quanto às especificações dos produtos ou serviços que eles desejam comprar.

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Com as festas de final de ano chegando, o Google não perdeu tempo e acaba de lançar o Commerce Search, um novo sistema que promete ajudar as empresas a incluir ferramentas de busca mais inteligentes em suas lojas online.

Embora o e-commerce continue crescendo em todo o mundo, a maioria dos sites ainda não oferece uma boa experiência de busca: os resultados demoram cerca de oito segundos para aparecer. O que, para o consumidor online, é tempo demais.

E é aí que o Commerce Search entra: o Google promete localização mais rápida do produto, busca inteligente, filtro por categoria, preço, marca e muito mais.

A empresa oferece a mesma tecnologia utilizada no site de busca e outros sistemas do Google para o comércio eletrônico, uma boa alternativa para pequenas e médias empresas online que não precisam ou não querem investir em sua própria e-shop.

Na página do Google Commerce Search dá para assistir a um vídeo com a demo do serviço e ler mais informações (em inglês) sobre como ele funciona.

e-commerce

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Por José Carmo V.Oliveira

Luz, câmera, ação!

Até este momento estamos discutindo os aspectos mais gerais da preparação de uma campanha de marketing direto. Chegou o momento de pôr em prática tudo o que foi planejado.

Conheça os instrumentos que tem ao seu dispor e como eles poderão ser utilizados na implementação da ação de marketing direto.

Mala direta

A mala direta é o instrumento mais utilizado de marketing direto. Chega muitas vezes a ser confundido com o conceito de marketing direto. A mala direta pode utilizar os seguintes meios:

– Campanha cooperada com a ECT: Neste caso, é colocada correspondência não endereçada em todas as caixas de correio de uma determinada zona-alvo (um bairro, uma vila etc.);

– Internet: Através deste instrumento, consegue-se um contato direto e freqüente com o cliente, sendo possível trocar todo o tipo de informações e fazer transações. O e-mail (correio eletrônico) é o principal meio de divulgação de informações e contato direto com os clientes-alvo;

– Bus mail: Neste caso, a correspondência de uma série de anunciantes é colocada dentro de um mesmo envelope e enviada para os mesmos clientes-alvo. (parcerias com outras empresas não concorrentes para dividir custos de manuseio e postagem da mala direta).

Uma ação de mala direta tem de partir, como é óbvio, da definição do alvo. A sua empresa terá de definir os seguintes aspectos:

– Que tipos de segmentos de clientes deverão ser atingidos?

– Quais as suas características?

– Quais as suas preferências e necessidades?

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Por HSM Management

Ainda que você não veja perigo iminente, aproveite este momento de crise para avaliar sua estratégia on line diante das opções no horizonte.

“Cada estágio na evolução da world wide web demostrou ter a capacidade de transformar negócios e empresas“, afirma Ajit Kambil, diretor internacional da Deloitter Research, em artigo publicado no Journal of Bussiness Strategy. Mesmo que ainda seja um desafio – ou uma conta pendente – para muitas empresas, a era da web 2.0, de acordo com a Kambil, está transferindo o foco de atenção e a posição de privilégio para a web 3.0, a rede semântica. E a versão 4.0, ou móvel, está preparada para decolar, com uma aparentemente distante web 5.0, a rede “sensível”, já em seus calcanhares. A breve descrição que se segue pode ser útil para determinar em que etapa desse vertiginoso circuito paralelo está centrada sua estratégia.

– WEB 1.0: Internet básica

Limitada basicamente para publicar documentos e realizar transações. Com ela, as grandes empresas inauguraram sua estratégia online. Criaram um site onde publicavam informação corporativa e desenvolveram planos de marketing e vendas que incorporavam a web como ligação com os clientes.

– WEB 2.0: a rede social, da colaboração

No final dos anos 1990, ela mudou o papel dos usuários, que começaram a criar em conjunto e socialmente conteúdo e valor. Os símbolos: YouTube, Facebook, LinkedIn, deli.cio.us, Wikipedia. Uma plataforma cooperativa na qual o poder coletivo e os efeitos da rede (a cauda longa, ou long tail) abriam a possibilidade de gerar valor extraordinário. Hora de modificar os modelos de negócio para aproveitar as vantagens de “escalar” cada contribuição individual e de preparar-se para conviver no Grande Irmão virtual.

– Web 3.0: a rede semântica

A inteligência humana e a das máquinas combinadas. Informação mais rica, relevante, oportuna e acessível. Com linguagens mais potentes, redes neurais, algoritmos genéticos, a web 3.0 coloca ênfase na análise e na capacidade de processamento e em como gerar ideias a partir da informação produzida pelos usuários.  Quem investir nela e no novo mundo transparente, quem concentrar energia e meios em comunicar-se e gerar confiança a partir da web será o dono das vantagens competitivas.

– Web 4.0 – a rede móvel

A partir da proliferação da comunicação sem fio (wireless), pessoas e objetos se conectam em qualquer momento e em qualquer lugar do mundo físico ou virtual. Ou seja, integração em tempo real. Com mais “objetos” na rede, acrescenta-se um novo nível de conteúdo gerado pelos usuários e com ele outro nível de análise. Por exemplo, o GPS que guia o automóvel e ajuda o motorista a fazer um caminho melhor ou a economizar combustível em pouco tempo evitará o trabalho de dirigir.

– Web 5.0:  a rede sensorial-emotiva

Mesmo que um blog estimule um debate apaixonado ou um vídeo no YouTube provoque uma reação em cadeia, a web é “emocionalmente” neutra: não percebe o que sente o usuário. De acordo com Kambil, mesmo que as emoções continuem sendo difíceis de “mapear”, já existem tecnologias que permitem verificar seus efeitos. O site wefeelfine.org rastreia e cataloga frases emocionais na web e registra a frequência e localização de clusters de sentimentos. A empresa Emotiv Systems criou, com o recurso da neurotecnologia, auriculares que permitem ao usuário interagir com o conteúdo que responda a suas emoções ou mudar em tempo real a expressão facial de um avatar. Se é possível “personalizar” as interações para criar experiências que emocionem os usuários, a web 5.0 será, sem dúvida, mais afável que suas antecessoras. E mais manipuladora.

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Como você tem se preparado e preparado a sua empresa para isso?

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