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Posts Tagged ‘abrir o próprio negócio’

Adquirir uma empresa em atividade requer cuidados tanto quanto iniciar uma nova empresa. A vantagem talvez esteja no fato de a empresa já ser conhecida dos clientes, porém, é preciso averiguar se eles estão satisfeitos ou se algo pode ter atrapalhado esse relacionamento comercial. O recomendado é acompanhar junto aos proprietários atuais para confirmação dos dados que forem apresentados como vendas, custos e despesas, situação do fluxo de caixa etc.

O valor de uma empresa em atividade pode ser encontrado pela soma do patrimônio líquido (valor de tudo o que a empresa possui, deduzido de tudo o que ela deve, sem deixar de considerar o valor do passivo trabalhista e fiscal) somado ao valor do lucro líquido que poderá ser gerado nos próximos anos (essa seria uma indicação para o valor do nome, da carteira de clientes etc). Sempre é bom comparar o valor a ser aplicado iniciando a empresa com o valor de adquirir uma.

Quanto à avaliação de pendências jurídicas, protestos etc, a busca pode ser feita através do CNPJ da empresa, junto aos órgãos governamentais e cadastros de pessoas jurídicas, por exemplo, o Serasa.

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Por José Carmo Vieira

1 – Sucesso x Fracasso

Uma boa localização pode representar uma grande variação no volume de negócios e ser determinante entre o sucesso e o fracasso de um empreendimento.

2 – A importância do “P” de ponto

A questão da localização não pode ser dissociada dos outros componentes do marketing. Considerando os 4 PS, deve-se buscar a coerência entre o PONTO (localização), o PREÇO, o PRODUTO e a PROMOÇÃO. O P de Ponto tem caráter de vida longa, enquanto os outros “Pês” podem sofrer ajustes e serem reorientados de forma tática mais facilmente.

3 – Ponto ideal

O ponto ideal é o que fica mais próximo do seu público-alvo e que mais se ajusta à proposta do negócio. Uma loja que não atenda a essas características requer investimento de muito tempo e dinheiro para garantir a sua presença no mercado.

olhoazul

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Por Rosendo de Souza Jr.

Abrir uma empresa, explorar o mercado oferecendo para este um produto ou serviço é um grande mistério. Muitos tentam, mas poucos conseguem permanecer ativos num mercado cada vez mais competitivo, onde as mudanças acontecem a todo momento sejam por parte dos concorrentes, dos consumidores, dos fornecedores ou mesmo dos órgãos governamentais ou de crédito.

 

Mas então, como se prevenir dos obstáculos que poderão surgir no caminho do futuro investidor? Quais são as ações iniciais que um empresário deve tomar para que sua empresa comece de forma correta?

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O que você quer ser quando crescer? Quem já não ouviu esta pergunta tantas outras vezes no decorrer da própria vida? Quando éramos crianças sonhávamos em ser médicos, engenheiros, professores, pilotos de corrida, jogadores de futebol, modelos. Poucos dizem que querem ser “empresários”. E aí quando crescemos, passamos a sonhar em ter o próprio negócio, em não se ter mais “patrão”.  Mas como tornar este sonho real? Por onde devemos começar?

Pensando nisso o Sebrae desenvolveu um gibi “O que você vai ser quando crescer?” que fala de uma forma lúdica, simples sobre as etapas do processo de construção de um futuro empreendedor de sucesso. Leia e deixa aqui a sua opinião.

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A concentração excessiva em certas partes de um problema pode levar a negligenciar aspectos essenciais da resolução. Muitas vezes soluções fáceis substituem as otimizantes, e o problema só é resolvido na sua forma, porém não na sua substância. Trata-se de uma espécie de cegueira seletiva, que pode ser evitada por meio da busca da visão do todo, do verdadeiro comprometimento com os resultados do conjunto, pela disposição de compreender o funcionamento dos processos ligados ao problema e a natureza de seus elementos, e pela ação coerentemente concebida e praticada em função de tudo isso.

 

Seja por vício, comodidade, visão incompleta de uma situação ou dificuldades para promover os entendimentos necessários, geram-se freqüentemente soluções não ótimas e, com elas, retrabalho e discussões evitáveis, quando não fracassos e prejuízo para a organização.

 

É mais freqüente do que parece: a pressa de chegar a um resultado apresentável para certo problema leva a reunir as pessoas e os enfoques facilmente percebidos como possíveis – que geralmente são aqueles ligados à elaboração de uma resposta formal a uma situação: ter um sistema criado, ter um manual elaborado, ter uma proposta escrita para apresentar a um cliente, ter um produto desenvolvido, ter um parecer em mãos. No limite, pode-se chegar a juntar todos os elementos necessários à solução, exceto aquele que é o principal, por exemplo, chamam-se para discutir todos os especialistas da empresa para criar um produto (advogados, técnicos em comunicação, experts em marketing, técnicos em logística, etc.) mas não o representante da área responsável pela futura disponibilização do produto. Como evitar erros desse tipo?

 

Em primeiro lugar, é necessário ter uma compreensão do problema em seu conjunto e seus desdobramentos. Soluções que privilegiam a aparência em detrimento da essência são só uma maneira de tomar a parte quando deveria considerar o todo. Existe uma diferença entre chegar a uma solução e resolver definitivamente um problema.

 

Em segundo lugar, é preciso ter disposição genuína para encarar as reais exigências da situação, e identificar quais elementos e pessoas são essenciais, e quais deles são opcionais. Não se trata de uma questão de pesos ou ponderações, e sim de rigor ao discernir elementos essenciais para que um processo se deflagre. É possível iludir os outros para vender uma solução, mas não é possível enganar a si próprio.

 

Em terceiro lugar, é preciso não se contentar com soluções formais. A preocupação honesta com os objetivos a alcançar e com a real natureza do problema deve estar presente em todas as fases da busca de solução, e também depois; deve-se tê-la presente durante as fases de implementação e de avaliação dos resultados.

 

Há ainda quatro recomendações a respeito que podem ser feitas:

 

– ao examinar os interesses envolvidos, considere cuidadosamente os da organização: ela poderá não se contentar com resultados sub-otimizados;

 

– dedique o tempo necessário às tarefas preliminares: entender o problema a ser resolvido e determinar quem são as pessoas envolvidas. Chamá-las com atraso, incorporando-as ao trabalho com o bonde andando, pode significar aumento considerável do custo de chegar a uma solução;

 

– não é impensável ter de rever os termos de uma solução, mas essa revisão ocorrerá mais cedo se a solução inicial não for de boa qualidade;

 

– formular soluções não é um processo instantâneo. Alternativas são construídas e reelaboradas, revistas, discutidas e aprimoradas.

 

Aproveite os vários momentos desse processo de construção para avaliar o rumo que a solução está tomando, e verifique se as reais exigências do problema estão sendo consideradas.

 

A prática mostra que técnicos especializados, agindo de boa fé, tendem a visualizar soluções afeitas ao campo com que têm maior familiaridade. Na verdade, uma solução de melhor qualidade será possível se houver disposição verdadeira de discutir, negociar e ceder para chegar a uma proposta conjunta capaz de atender de forma balanceada os interesses legítimos envolvidos. Ainda que comitês de avaliação possam vir a ser condescendentes com resultados medíocres, e mesmo que eventuais cobranças possam ser atenuadas pela compreensão de certas dificuldades, desequilíbrios presentes na composição de uma proposta não escaparão ao julgamento imparcial da realidade (menores ganhos, desperdícios, oportunidades perdidas, clientes não atendidos), muitas vezes de maneira implacável.

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