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Ponto de equilíbrio

Ponto de equilíbrio representa a quantidade de venda que precisa ser realizada mensalmente para gerar receitas suficientes para pagar todo o custo variável gerado, todas as despesas comerciais e todos as despesas fixas que a empresa tiver no mês. Ou seja, a lógica é “empatar”. Não ter lucro acumulado no mês, mas também não ter prejuízo.

  • Significa que um volume de vendas inferior ao ponto de equilíbrio levará a empresa a ter prejuízo, pois, no final do mês, não terá dinheiro suficiente para pagar as contas das despesas fixas.
  • Significa que um volume de vendas superior ao ponto de equilíbrio permitirá acumular lucro. É esse lucro que realmente importa. O lucro acumulado em um período, não somente o “lucro” proporcional de uma venda.

Note que, mesmo que tenha sido calculado lucro em cada venda, pode ser que o pagamento das despesas fixas mensais consuma todo esse “lucro” e no final do mês o resultado da empresa seja nulo ou dê prejuízo. Muitas empresas entram nessa situação porque realizam venda com “lucro”, mas nunca sobra dinheiro no final do mês. Por quê? Porque as despesas fixas levam tudo. A quantidade vendida é inferior ao necessário.

Para acumular lucro é necessário vender acima do ponto de equilíbrio.

Exercite da seguinte maneira:

Volume de vendas =                                  Despesas Fixas

_____ ___________________________________

1 – (% custo variável + % desp. comerciais+ % lucro)

_________________________________________

100

Neste cálculo, se não considerar o percentual de lucro, o volume de vendas resultante será o ponto de equilíbrio. Isto é, o valor mínimo que se necessita vender para não ter prejuízo, mas também não ter lucro.

Mas, se for considerado um percentual de lucro, então o resultado será o volume de vendas que precisa ser alcançado para obter determinado montante de lucro.

Simbolicamente, apenas para exemplificar, imagine uma empresa com despesa fixa mensal de R$ 4.725,00, custo variável chegando a 64,5% do faturamento e despesas comerciais alcançando 10,2% do faturamento. Qual deve ser o faturamento mensal dessa empresa, suficiente para pagar R$ 4.725,00 de despesas fixas além das despesas comerciais e do custo variável que forem gerados?

Se aplicarmos a fórmula, o ponto de equilíbrio = 4.725 / 1- (64,5% + 10,2%), ponto de equilíbrio = 4.725 / 1 – 74,7%, ou, fazendo a transformação dos valores percentuais, 4.725 / 1- 0,747.

Então, 4.725 / 0,253 = 18.675,90.

O ponto de equilíbrio, isto é, o faturamento, deveria ser de R$ 18.675,90 mensais para pagar os R$ 4.725,00 de despesas fixas e o montante de despesas comerciais e do custo variável gerado para obter esse volume de faturamento.

Note que mesmo assim não há lucro nenhum.

Se fosse desejado um lucro de 10,0%, então o volume de vendas seria calculado assim:

Volume de venda = 4.725 / 1- (64,5% + 10,2% + 10,0%).

Volume de venda = 4.725 / 1 – 84,7%, ou, fazendo a transformação dos valores

percentuais, 4.725 / 1- 0,847.  Então, 4.725 / 0,153 = 30.882,40.

Para obter um lucro de 10,0% (R$ 3.088,24) deveria haver um volume de vendas, isto é, um faturamento de R$ 30.882,40, cerca de R$ 12.206,50 acima do ponto de equilíbrio.

De novo chamamos sua atenção:

Aprenda com precisão a calcular o ponto de equilíbrio de sua empresa, determinar o volume de vendas mínimo para não ter prejuízo. Estude bem esse assunto, faça cursos, procure o SEBRAE, onde encontrará orientação segura, detalhada e gratuita tantas vezes quantas necessitar.

A fórmula de cálculo é simples, mas o que importa para a sua empresa é que você tenha domínio sobre todos os aspectos envolvidos nessa questão de volume de faturamento, e não somente saber calcular um valor.

A primeira meta que desafiamos você a ter foi elaborar um plano de negócios que desse total visibilidade à prática do empreendimento que deseja montar, suficiente para você perceber e tomar as decisões que precisa.

A segunda meta que desafiamos você a ter foi estruturar o seu negócio para vender acima do ponto de equilíbrio.

Simplesmente alcançar essas metas será a diferença entre ter sucesso, se ultrapassar o ponto de equilíbrio, ou fracassar, se seu faturamento ficar abaixo do necessário.

Vender, vender, vender, esta é a lei. Para isso você precisará aprender como atrair clientes para seu negócio.

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O “MPE Brasil – Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas” se constitui no reconhecimento estadual e nacional às micro e pequenas empresas que promovem o aumento a qualidade, da produtividade e da competitividade, pela disseminação de conceitos e práticas de gestão.

 A quem é dirigido o prêmio

 O MPE Brasil – Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas, é destinado às empresas que se enquadrem em determinadas características.

 Características de padronização nacional

 a) Receita bruta anual de até R$ 2.400.000,00 (dois milhões e quatrocentos mil reais), incluindo a soma dos orçamentos de filiais e matriz, segundo o Estatuto Nacional das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte;

b) Ter completado pelo menos 1 (um) ano fiscal;

c) Ter domicílio fiscal no Estado da respectiva inscrição;

d) Comprovar regularidade fiscal e estatutária, quando classificadas para a visita.

 Categorias de reconhecimento

 As categorias de reconhecimento serão:

 a) Agronegócio;

b) Comércio;

c) Indústria;

d) Serviços de Educação;

e) Serviços de Saúde;

f) Serviços de Tecnologia de Informação e Comunicação – desenvolvimento, implantação e gerenciamento de software;

g) Serviço de Turismo – bares, restaurantes, hotéis, pousadas, agências de viagens, transportes turísticos;

h) Serviços Outros – empresas de serviços que não se enquadrem nas categorias de serviços acima.

 As empresas inscritas em uma das categorias acima poderão optar por se candidatar ao “Destaque de Boas Práticas de Responsabilidade Social”, que considera a atuação da empresa na comunidade em ações/programas que contribuam para o desenvolvimento social.

 Inscrição

 A inscrição é gratuita e pode ser feita clicando aqui ou nos pontos de atendimento do SEBRAE. O prazo final para as inscrições é dia 17 de agosto de 2009.

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Por Gilberto Rose

A preocupação constante, do empresário moderno, é de oferecer sempre produtos e serviços com altos índices de qualidade. Ser competitivo é ter qualidade nos produtos e/ou serviços, e bons preços. O parâmetro para saber se uma empresa tem competitividade, instaura-se no confronto com outras empresas similares existentes em diferentes regiões.

 

Com o mercado cada vez mais aberto, outras empresas com produtos iguais, mas com melhores condições de preço e qualidade podem, a qualquer momento, vir a competir numa determinada região. Não basta pensar, somente, no mercado regional. É importante a empresa ter qualidade no âmbito nacional. Portanto, é preciso cada vez mais ter “qualidade total” e estar preparado para a competição global.

 

A tendência das empresas é de personalizar cada vez mais os seus produtos, dirigindo-os para segmentos específicos do mercado – os “nichos” – e isto requer uma comunicação mais aberta com o cliente, utilizando conceitos e linguagem que o cliente conhece. Ou seja, ela tem que ser direta e ajustada ao seu público-alvo. A responsabilidade social na preservação do meio ambiente, e os próprios efeitos do consumo de seus produtos na saúde de seus clientes, também são fatores que revelam a competitividade e sem dúvida, terão peso nas decisões do empresário.

 

Pensar nas parcerias, franquias e terceirizações são algumas das formas mais freqüentes de manter a competitividade. Aliado a tudo isso, praticar permanentemente os “padrões de qualidade e conformidade”. É primar pela retidão de princípios em suas relações com os seus públicos interno e externo. É a prática da ÉTICA acima de tudo.

 

A responsabilidade social do empresário é cobrada em termos de oferecer produtos e serviços com qualidade e bons preços, de buscar novas formas de relação com o governo e a sociedade, de pagar os impostos, e contribuições, de manter funcionários registrados com salários justos. Em síntese, podemos afirmar que a competitividade deve ser entendida como sendo a capacidade da empresa gerar lucros ou maior lucro, pelo maior período de tempo possível, neutralizando as ameaças dos seus concorrentes. – É ter: “Foco no cliente e no mercado”!

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Por José Luiz Neves

 

Quando alguém fala sobre estratégia, muitas vezes está tratando de aspectos externos à empresa, da posição no mercado e da forma pela qual a organização se relaciona com elementos do ambiente externo para cumprir suas metas. Embora os livros sobre o assunto também se refiram com clareza a pontos fortes e a pontos fracos internos, freqüentemente se supõe que tais aspectos sejam secundários. Na verdade, não o são.

 

A base de uma estratégia pode repousar, por exemplo, na necessidade de obter uma produtividade tal que torne possível chegar a resultados de outra natureza quanto à forma de operar, ao tipo e à abrangência do efeito gerado. Por exemplo, se o arranjo convencional de recursos materiais e humanos permite alcançar a produção de X unidades, talvez outra forma de combinar esforços, tempo e recursos permita produzir 5X, com alcance e resultados finais mais significativos e mesmo diferentes. O que fazer quando se torna necessário fugir ao convencional?

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