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Posts Tagged ‘controles financeiros’

O custo direto variável é o valor gasto diretamente com as mercadorias, produtos, serviços que a empresa vende.

Nas atividades comerciais é o valor de aquisição das mercadorias a serem revendidas.

Nas atividades industriais são os valores gastos na fabricação dos produtos a serem vendidos, envolvendo matérias-primas e mão-de-obra diretamente utilizada no processo de fabricação.

Nas atividades de prestação de serviços são os gastos com a mão-de-obra diretamente envolvida e materiais utilizados na realização do serviço vendido.

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Por Rosendo de Souza Jr

No atual cenário econômico, uma grande quantidade de empresas apresenta dificuldades financeiras. Algumas dessas dificuldades são ocasionadas por razões atuais, geradas nos períodos mais recentes.

No entanto, algumas empresas enfrentam dificuldades financeiras, devido a compromissos de pagamentos que devem ser honrados, mas que foram ocasionados ou gerados em períodos passados, não recentes ou por fatores não operacionais (que tem a ver com a atividade do negócio).

Veja alguns exemplos:

– Parcelamento de dívidas de impostos em atraso;

– Parcelamento de dívidas junto a fornecedores;

– Parcelamento referente à aquisição de quotas de um sócio que saiu da empresa, pagas com os resultados atuais;

– Parcelamento de dívidas de obrigações fiscais e burocráticas não cumpridas.

Independentemente das dívidas terem sido geradas recentemente ou não, elas precisam ser honradas, caso contrário, as consequências podem ser processos de cobranças por pelos credores, o que dificultará a atuação no mercado.

A seguir, confira os passos para montar um planejamento que lhe permita honrar suas dívidas:

. Para que haja capacidade de pagamento na empresa, é preciso que ela lucre. Faça os devidos controles para ter certeza de que a empresa gera lucro e poderá suportar um aumento de suas despesas;

. É muito importante checar o saldo disponível, em caixa e no banco, para saldar seus compromissos. A seguir, deve-se elaborar um Fluxo de Caixa, para poder avaliar o impacto da nova despesa, e poder decidir qual a melhor data para pagamento;

. Estabeleça um ranking dos compromissos, por ordem de risco de comprometimento de seus negócios. Dando prioridade aos fornecedores, por exemplo, a empresa pode restabelecer seu crédito e continuar comprando. Se prioriza compromissos corrigidos por taxas de juros mais elevadas, por outro lado, a empresa estará quitando compromissos mais caros;

4º. Tente negociar, ou renegociar, com os credores uma maior extensão dos prazos de pagamento, pois isso representará uma diminuição das saídas de caixa;

. Tente negociar, ou renegociar, as taxas de juros aplicadas nos parcelamentos, buscando sempre obter a menor taxa possível. Quanto maior for a taxa, maior será a correção do valor parcelado e do valor das parcelas;

. Analise se há possibilidade de se desfazer de bens ou patrimônios pessoais, para investir na empresa, diminuindo assim os desembolsos do caixa, ou do banco. Nesses casos, o critério é avaliar se a remuneração do capital investido é maior que a remuneração proporcionada pelo tipo de investimento feito no patrimônio pessoal.

. Analise ainda a possibilidade de se desfazer de algum bem do ativo imobilizado da empresa, como móveis, veículos, equipamentos, desde que a falta deles não prejudique o desempenho do negócio. Se a empresa apresentar lucro no futuro, poderá ser readquirido tal bem fixo.

. Por fim, busque uma orientação jurídica para reavaliar os contratos de financiamento e os acordos pendentes, o que pode gerar economia.

Seguindo esses passos, o empresário poderá cumprir os seus compromissos financeiros, independentemente de serem dívidas atuais ou do passado.

Rosendo de Sousa Júnior

Consultor – Sebrae-SP

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A função desta ferramenta é a de informar o empresário sobre a situação da movimentação diária dos recursos financeiros, disponibilizando as informações pertinentes aos pagamentos, recebimentos e ao saldo, realizados e a se realizarem, de forma diária e acumulada.

A composição do Fluxo de Caixa pode variar muito, porém as informações devem estar estruturadas diariamente e de forma acumulada, informando os pagamentos, recebimentos e o saldo, ao longo do tempo.

O resultado acumulado do fluxo de caixa, quando negativo, pode significar o óbvio: a empresa está gastando mais que a sua receita permite.

As causas podem ser:

– Os prazos para pagamentos, oferecidos aos consumidores são maiores que os prazos que os fornecedores oferecem à sua empresa;

– O valor das parcelas das compras realizadas em datas sazonais, como por exemplo, Natal e Dia das Mães, são mais altos que o saldo de caixa.

– As compras para a composição de estoque estão muito elevadas, em relação ao giro de estoque efetivo da empresa;

– As retiradas de pró-labore estão além das possibilidades da empresa;

– Os juros bancários estão crescendo, em virtude da constante operação de descontros de cheques pré-datados, duplicatas, e ainda, adiantamentos dos cartões de crédito.

Mas existe a situação ideal: o saldo do Fluxo de Caixa está positivo, portanto, a empresa está conseguindo cumprir as suas obrigações, realizando o oposto dos itens citados acima.

Através do Fluxo de Caixa, o empresário pode manter suas contas em equilíbrio, postergando ou adiantando receitas ou débitos ao longo de um periódo.

OBS.: Se existe uma empresa, precisa também existir o fluxo de caixa para controlar os saldos ao longo da sua existência. Sem esta ferramenta, seria como o empresário administrar a empresa de olhos vendados.

gestão financeira

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