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Posts Tagged ‘Crédito’

Por Boris Hermanson

De acordo com pesquisa divulgada no dia 13/09 pela Serasa Experian, a inadimplência dos consumidores subiu 11,5% em agosto em relação ao mesmo período do ano passado. A pesquisa demonstrou que as dívidas com cartão de crédito foram as principais responsáveis por este aumento, tendo subido 5,9% entre julho e agosto/10.

Segundo os analistas dessa instituição, as despesas realizadas durante a copa do mundo explicam este aumento na inadimplência, visto que muitos consumidores realizaram compras impulsivas de itens de alto valor, como as TVs de tela plana.

E como fica o cenário para os próximos meses?

Tudo indica que o aquecimento da economia e a continuidade da geração de empregos no 3º trimestre, juntamente com a elevação da massa salarial deverão reduzir a inadimplência nos próximos meses, ainda de acordo com as analises dos economistas da Serasa Experian.

Porém isto não significa que os empresários devam se descuidar do assunto. Mas o que se deve fazer para evitar prejuízos com eventuais aumentos na inadimplência?

Medidas para diminuir a inadimplência em sua empresa:

Algumas medidas simples poderão fazer grande diferença em relação à inadimplência em sua empresa. A primeira dica é substituir as operações de crediário próprio realizados mediante a aceitação de cheques pré-datados ou com a emissão de carnês de pagamento, por operações com cartão de crédito ou débito.

Apesar das operações com cartões apresentarem um custo extra para os empresários, tal como o pagamento de taxas que podem chegar até 5% sobre o valor das operações realizadas com cartão de crédito e 2% no caso dos cartões de débito, além do pagamento do aluguel do equipamento, devemos salientar que hoje em dia já é possível utilizar um único equipamento para realizar operações com todos os cartões de crédito/débito.

Liberdade = maior concorrência = preços menores:

Esta maior liberdade de escolha para os empresários tem refletido numa maior competição entre as administradoras de cartões, o que têm resultado em melhores ofertas para os usurários do sistema, o que trocando em miúdo significa taxas de operações e alugueis de equipamentos mais baratos, bastando saber negociar.

Além disso, não devemos nos esquecer que os pagamentos realizados através de cartões de crédito e/ou débito são considerados operações com recebimento garantido, ou seja, mesmo se o consumidor não pagar a fatura junto à administradora do cartão, o empresário receberá o pagamento pela operação realizada.

No próximo artigo iremos esclarecer alguns cuidados que as empresas que decidirem manter o crediário próprio podem tomar para diminuir os riscos com a inadimplência.

Boris Hermanson

Consultor – SEBRAE/SP

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A empresa (sujeito passivo) que apurar crédito relativo a tributo ou contribuição administrada pela Secretaria da Receita Federal (SRF), passível de restituição ou de ressarcimento, pode utilizá-lo na compensação de débitos próprios, vencidos ou vincendos, relativos a quaisquer tributos e contribuições administrados pela SRF.

Tal compensação deve ser efetuada pela empresa mediante apresentação à SRF da Declaração de Compensação gerada a partir do Programa PER/DCOMP ou, na impossibilidade de sua utilização, mediante a apresentação do formulário Declaração de Compensação constante do Anexo VI, da IN SRF nº 460, de 18 de outubro de 2004, ao qual deverão ser anexados os documentos comprobatórios do direito creditório.

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A empresa deverá se relacionar com Instituições Financeiras para o desenvolvimento de seus negócios, procurando obter um serviço de qualidade, com o menor custo, na utilização de seus produtos e serviços.

As Instituições Financeiras dispõem de uma série de produtos e serviços que poderão ser utilizados pela empresa, entre os quais destacamos:

– Aplicação de Recursos Financeiros: depósitos à vista, depósitos a prazo, caderneta de poupança, fundos de investimento.

– Captação de Recursos Financeiros: empréstimos, financiamentos, desconto de duplicatas e cheque pré-datados, adiantamento do Contrato de Câmbio, leasing, factoring.

– Serviços: cobrança de Títulos, avais e fianças, informações de crédito, transferências de recursos.

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Por Cláudio Roberto Vallim

A Lei Complementar nº 123 de 2006, em observância às disposições contidas na Constituição Federal de 1988, estabelece normas gerais relativas ao tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado às microempresas e empresas de pequeno porte no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, especialmente no que se refere:

 

I – à apuração e recolhimento dos impostos e contribuições da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, mediante regime único de arrecadação, inclusive obrigações acessórias;

II – ao cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias, inclusive obrigações acessórias;

III – ao acesso a crédito e ao mercado, inclusive quanto à preferência nas aquisições de bens e serviços pelos Poderes Públicos, à tecnologia, ao associativismo e às regras de inclusão.

 

Segundo a referida Lei Complementar com as alterações da Lei Complementar nº 128 de 2008 as microempresas e as empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional não farão jus à apropriação nem transferirão créditos relativos a impostos ou contribuições abrangidos pelo Simples Nacional.

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A empresa que tem necessidade de fazer estoque para poder realizar melhor as suas vendas deve ter a atenção redobrada, no mínimo a dois fatores:

  • Não podem faltar produtos
  • Não podem sobrar produtos em demasia

Essa é a essência dos estoques nas empresas: o suprimento da quantidade de produtos que o mercado, entenda-se cliente, deseja adquirir de imediato. Portanto, é mais eficiente, ter a quantidade ideal da demanda quando se tem planejamento, ou seja, quando o empresário estabelece as seguintes metas:

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Analistas da Unidade de Acesso Serviços Financeiros – SEBRAE/NA

 

Atenção redobrada em relação aos diversos aspectos que envolvam a eficiente gestão de um empreendimento para enfrentar os efeitos da crise financeira mundial. Esta é a regra número um a ser seguida pelos empresários de pequenos e micro negócios.

Não se trata de fazer nenhuma “receita de bolo” de como enfrentar a crise porque, inclusive, conselhos e dicas não podem ser dados no atacado, indistintamente, sem levar em conta o contexto local do empreendimento.

 

Todas as ações do SEBRAE, em termos de capacitação empresarial e de promoção do acesso a serviços financeiros, inovação e mercados, por exemplo, independem de aspectos conjunturais. Portanto, o que está no horizonte de curtíssimo, médio e longo prazo é fazer o de sempre, mais e melhor, em prol da organização e formalização do segmento. A organização e transparência no processo de produção e comercialização de bens e serviços são determinantes para a permanência do negócio em atividade, na bonança e na adversidade.

 

A crise já impacta projeções de crescimento incorporadas ao planejamento empresarial no curto e médio prazo. Mas uma gestão cautelosa, não contaminada por análises apressadas, permite até ousadias com foco nas oportunidades que se abrem, mesmo em tempos de turbulência.

 

Nesse sentido, três dicas importantes e eficazes na condução dos negócios:

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Por Luís Alberto Lobrigatti

 

Considerando o momento econômico mundial que atravessamos, no qual percebemos a luta das empresas pela sobrevivência e perpetuação no mercado, falar da necessidade de investimentos que propiciem crescimento pode parecer, a princípio, contradição e utopia. No entanto, destacamos o fato de que se não houver a preocupação de crescer, quando do direcionamento das ações operacionais e estratégicas em qualquer empreendimento, podemos sacramentar a falta de condições para continuar existindo e competindo em algum nicho de mercado.

 

Investir na empresa significa oferecer condições para que esta esteja cada vez mais preparada para novos desafios referentes ao aumento de concorrência no segmento, diferenciais no atendimento das vendas e pós-vendas, inovações tecnológicas de produtos ou serviços, guerra de preços etc.

investir para crescer

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