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Posts Tagged ‘estoque’

Por Júlio Tadeu Alencar

O que é preciso para ter sucesso no comércio? Um bom ponto de venda, um ótimo atendimento, produtos variados e de qualidade! Se você tem tudo isso, mas quando chega ao final do mês, nem sempre conta com resultados financeiros satisfatórios, pode ter certeza que uma das causas mais prováveis é que boa parte de seu rico dinheirinho está repousando no estoque. Nesse ponto talvez resida a questão que mais atormenta os empresários do comércio. Afinal, o que se deve fazer para administrar os estoques?

O que é mais custoso, deixar de atender um cliente pela falta de produtos, ou arriscar fazer um estoque maior e acabar gerando o temido encalhe? Para enfrentar este problema, existem diversos sistemas informatizados, acessíveis aos donos de pequenos negócios, que podem ser utilizados como ferramentas para a realização de uma boa administração e manutenção de estoques. Estes sistemas aplicam técnicas e conceitos de gestão de estoques, possibilitando o planejamento dos recursos financeiros investidos no mesmo de forma metódica e analítica, levando-se em conta o volume de vendas passadas, o volume disponível na loja para venda imediata, e o que se espera vender no período futuro.

Estas técnicas de gestão buscam reduzir, ou eliminar as faltas e excessos de produtos. As faltas geram perdas nas vendas, descontentamento nos clientes, e enfraquecimento do negócio. Já os excessos trazem transtornos, e perdas, por vencimento do prazo de validade, além de complicar o fluxo de caixa do negócio.

Um dos principais erros cometidos pelas empresas começa na formação do primeiro estoque, onde o empresário deveria se perguntar constantemente:

– qual é a demanda esperada de vendas? Vou comprar por experiência, ou intuição?

– quanto tempo leva sua reposição? Conheço todos os meus fornecedores?

– quanto custa perder um cliente por falta de um produto?

– quanto custa manter o estoque? (lembre-se: estoque é dinheiro!);

– existe área suficiente para o estoque dos produtos?

Partindo do princípio que estoque é dinheiro, nenhuma empresa gosta e nem deve mantê-lo parado. Saber administrá-lo corretamente é uma forma de evitar o comprometimento de recursos financeiros da empresa, além de atingir o ponto de equilíbrio entre as compras, vendas, recebimento e estoques.

Júlio Tadeu Alencar

Consultor – Sebrae-SP

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Por Sérgio Diniz

O comércio varejista sempre tem um incremento de vendas no período, face ao costume da troca de presentes de natal e pelas tradicionais ceias, festas, confraternizações e do “reveillon”.

O brasileiro preserva tais tradições e o comércio varejista fica aquecido. O décimo terceiro salário também é responsável por isso. É a época de maior volume de vendas e de giro nos estoques.

O empresário deve se preparar. É preciso recordar o que aconteceu nos anos anteriores e usar o seu próprio retrospecto como um indicador.

Recomenda-se manter um estoque maior no período, desde que compatível com a previsão de vendas.

Lembre de incluir no “mix” de produtos aqueles que são característicos da época: alimentos, bebidas, cestas natalinas, cartões, embalagens, enfeites, artigos religiosos entre outros, contudo sem exagerar nas quantidades estocadas.

É o momento de ser mais criativo nas vendas, no relacionamento com os clientes, na exploração das técnicas de marketing e de merchandising, nas propagandas e promoções, nas vitrines, no atendimento.

Use e abuse da criatividade. Torne o ambiente alegre e festivo.

Capriche nos detalhes.

E por falar em detalhes, os lojistas precisam aumentar o número de funcionários, devido a maior demanda de clientes a atender, como também pelos horários estendidos dos expedientes.

Ao contratar mão-de-obra temporária obedeça ao que está prescrito na legislação pertinente.

Os funcionários devem ser treinados para dar um bom atendimento, orientados quanto aos procedimentos específicos em relação às formas de pagamentos, prazos de entrega, trocas de mercadorias, garantias.

As facilidades de pagamento são um atrativo para o consumidor.

Negocie condições favoráveis junto aos fornecedores, pois grande parcela de vendas é financiada e por isso, concilie os prazos de pagamentos das suas compras com o recebimento das suas vendas.

Tenha cuidado para não comprometer o seu capital de giro.

Esperar pelo Papai Noel dá muito trabalho. Mas, vale a pena. Seja otimista e acredite num período próspero e de bons resultados.

Sergio Diniz

Consultor – SEBRAE-SP

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Por Boris Hermanson

Um número considerável de empresário tem procurado o Sebrae-SP com dúvidas sobre a obrigatoriedade de levantamento de estoques e o recolhimento do ICMS incidente sobre tais estoques no caso de produtos sujeitos à substituição tributária. Muitos chegam a perguntar se tal prática deverá ocorrer todos os meses, demonstrando de forma clara seu total desconhecimento sobre o assunto.

 Levantamento de estoque, o que é?

A legislação tributária estadual prevê que os novos setores atingidos pela sistemática de substituição tributária (veja quadro abaixo) deverão realizar levantamento dos seus estoques anteriores ao regime da substituição tributária e recolher, em prazos que variam de seis até dez parcelas mensais, o valor referente ao ICMS devido, em razão da operação própria e das demais operações subseqüentes.

Vale lembrar que, no regime de substituição tributária, ocorre a antecipação do recolhimento do ICMS, ou seja, o fabricante, o importador e, em alguns casos, o adquirente de produtos oriundos de outros estados da federação que não mantenham convênio com a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, devem recolher o ICMS próprio e também o ICMS que seria recolhido pelos demais elos da cadeia de comercialização de tais produtos.

O recolhimento do ICMS incidente sobre os estoques mantidos por empresas será realizado uma única vez, a título de adequação às novas normas tributárias. É importante salientar que em virtude da quantidade de setores e produtos abrangidos pelo regime de substituição tributária em nosso Estado, deverá haver uma perfeita integração entre o empresário e o seu contabilista, de forma a evitar eventuais autuações pelo descumprimento da legislação.

Por último, informamos que o prazo para a transmissão do levantamento dos estoques no caso da empresas que realizam o recolhimento antecipado do ICMS a partir de 1º de abril encerra-se no dia 15 de maio, e para empresas obrigadas a tal regime a partir de 1º de maio, encerra-se no dia 15 de junho. Nos casos mencionados, o prazo para recolhimento da primeira parcela do ICMS incidente sobre estoques será o dia 30 de maio e o dia de junho, respectivamente.

icms

 Boris Hermanson
Consultor Jurídico – Sebrae-SP

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Por Rosendo de Souza Jr.

 

Nada mais complicado para uma empresa do que seu saldo de caixa se apresentar negativo. Os compromissos de pagamentos precisam ser cumpridos e o fato de não possuir recursos para tal, leva a empresa a comprometer a sua imagem junto aos credores. Esse fato leva a empresa a buscar empréstimos financeiros junto a bancos, que gera despesas como juros a pagar, abertura de crédito entre outras, diminuindo assim, a margem de lucro da empresa.

 

Várias podem ser as razões para que o caixa se encontre com saldo negativo, por exemplo:

 

*      empresa dando prejuízo;

*      sócios investidores distribuindo lucros além do possível;

*      empresa investindo em bens fixos com recursos do caixa;

*      contas a receber aumentando;

*      estoque crescendo mês a mês.

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