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Posts Tagged ‘financiamento’

  1. Verifique as vantagens de tomar emprestado dinheiro da instituição financeira. E só o faça quando estiver seguro de que a empresa terá condições de pagá-lo;
  2. Verifique se o financiamento é condição imprescindível para o sucesso de sua empresa.
  3. Lembre-se de que a estratégia de obter um financiamento para cobrir outro é bastante prejudicial às empresas e muitas vezes as tem levado a contraírem dívidas crescentes e difíceis de serem quitadas.
  4. Nem sempre o “dinheiro é a solução”. Procure verificar o verdadeiro motivo que está levando sua empresa a tomar empréstimos, pois você pode ter problemas internos de custos, produtividade, preço de venda e tantos outros que, se não resolvidos, trarão problemas ainda maiores em curto espaço de tempo.

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A empresa deverá se relacionar com Instituições Financeiras para o desenvolvimento de seus negócios, procurando obter um serviço de qualidade, com o menor custo, na utilização de seus produtos e serviços.

As Instituições Financeiras dispõem de uma série de produtos e serviços que poderão ser utilizados pela empresa, entre os quais destacamos:

– Aplicação de Recursos Financeiros: depósitos à vista, depósitos a prazo, caderneta de poupança, fundos de investimento.

– Captação de Recursos Financeiros: empréstimos, financiamentos, desconto de duplicatas e cheque pré-datados, adiantamento do Contrato de Câmbio, leasing, factoring.

– Serviços: cobrança de Títulos, avais e fianças, informações de crédito, transferências de recursos.

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Por IDG Now

Google Ventures investirá em startups de setores como internet de consumo, software, tecnologias ‘limpas’, biotecnologia e saúde.

O Google anuncia a criação de um fundo de investimentos de venture capital por meio do qual planeja investir mais de 100 milhões de dólares nos próximos 12 meses, afirmam pessoas familiarizadas ao anúncio em reportagem do New York Times nesta terça-feira (31/03).

O grupo chamado Google Ventures será comandado por David Drummond, que mantém sua função de vice-presidente sênior de desenvolvimento corporativo e Chief Legal Officer da empresa. Os investimentos serão avaliados por William Maris, que se juntou ao Google há cerca de um ano, e por Rich Miner, co-fundador da Android, empresa de softwares para mobilidade adquirida pelo Google em 2005 e que batizou o sistema operacional da empresa para celulares.

Miner e Maris disseram que o fundo investirá em uma série de indústrias incluindo internet na área de consumo, software, tecnologias ‘limpas’, biotecnologia e saúde, em um post no blog da empresa, publicado na noite de segunda-feira (30/03).

A administração do Google vai buscar retorno financeiro e considerar uma variedade de investimentos, dizem as fontes ligadas ao assunto. O modelo envolve mais do que apenas ter um braço de investimentos para financiar startups com projetos ligados a seus produtos.

O Google Ventures já fez dois investimentos: a Silver Spring Networks, empresa que fornece tecnologia para gerenciamento elétrico de grids; e a Pixazza, que promove links online para imagens relacionadas a produtos comercializados na web.

O Google já possui um histórico de investimentos por meio de sua área de desenvolvimento de negócios e pela divisão sem fins lucrativos Google.org. As unidades serão mais alinhadas ao Google Ventures, já que Megan Smith,  vice-presidente de desenvolvimento de novos negócios, também assumiu a gerência geral do Google.org.

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Aprenda mais sobre Cooperativismo de Crédito com o Gibi “Cooperação é a Solução”

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Analistas da Unidade de Acesso Serviços Financeiros – SEBRAE/NA

 

Atenção redobrada em relação aos diversos aspectos que envolvam a eficiente gestão de um empreendimento para enfrentar os efeitos da crise financeira mundial. Esta é a regra número um a ser seguida pelos empresários de pequenos e micro negócios.

Não se trata de fazer nenhuma “receita de bolo” de como enfrentar a crise porque, inclusive, conselhos e dicas não podem ser dados no atacado, indistintamente, sem levar em conta o contexto local do empreendimento.

 

Todas as ações do SEBRAE, em termos de capacitação empresarial e de promoção do acesso a serviços financeiros, inovação e mercados, por exemplo, independem de aspectos conjunturais. Portanto, o que está no horizonte de curtíssimo, médio e longo prazo é fazer o de sempre, mais e melhor, em prol da organização e formalização do segmento. A organização e transparência no processo de produção e comercialização de bens e serviços são determinantes para a permanência do negócio em atividade, na bonança e na adversidade.

 

A crise já impacta projeções de crescimento incorporadas ao planejamento empresarial no curto e médio prazo. Mas uma gestão cautelosa, não contaminada por análises apressadas, permite até ousadias com foco nas oportunidades que se abrem, mesmo em tempos de turbulência.

 

Nesse sentido, três dicas importantes e eficazes na condução dos negócios:

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Por Luís Alberto Lobrigatti

 

Considerando o momento econômico mundial que atravessamos, no qual percebemos a luta das empresas pela sobrevivência e perpetuação no mercado, falar da necessidade de investimentos que propiciem crescimento pode parecer, a princípio, contradição e utopia. No entanto, destacamos o fato de que se não houver a preocupação de crescer, quando do direcionamento das ações operacionais e estratégicas em qualquer empreendimento, podemos sacramentar a falta de condições para continuar existindo e competindo em algum nicho de mercado.

 

Investir na empresa significa oferecer condições para que esta esteja cada vez mais preparada para novos desafios referentes ao aumento de concorrência no segmento, diferenciais no atendimento das vendas e pós-vendas, inovações tecnológicas de produtos ou serviços, guerra de preços etc.

investir para crescer

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Por Jorge Luís da Rocha

Vamos conversar um pouco.

Puxe uma cadeira e chegue mais perto.

Segundo pesquisa do SEBRAE-SP sobre os 6 itens mais citados da gestão empresarial em que os empreendedores precisam de ajuda externa, 3 estão diretamente ligados à utilização de ferramentas de tecnologia da informação (TI), na área financeira, 3 de forma indireta, relacionados com o atendimento aos clientes e obtenção de crédito.

Este mesmo trabalho demonstra, também, que as principais causas da mortalidade de empresas estão no desconhecimento de atitudes empreendedoras, como: disponibilidade para enfrentar riscos moderados, a busca intensa por informações para a tomada de decisões, sempre se antecipar aos fatos e definir objetivos e metas.

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