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Posts Tagged ‘gestão de pessoas’

No Painel “Empreendedorismo de Alto Impacto”, Beto Sicupira apresenta suas idéias sobre liderança e o que diferencia bons líderes daqueles excepcionais.

E você, qual a sua opinião sobre este assunto?

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Por Edmilson Koji Tanaka

Tradicionalmente o segundo semestre representa aumento de demanda na grande maioria dos segmentos de negócios, daí iniciam-se as contratações, porém, contratações sem os devidos critérios transformam os sonhos do aumento da demanda em um grande aumento dos custos, muitas vezes não avaliados.

Então, quais são estes custos?

Que tal avaliá-los?

Para isso, enunciarei “alguns” custos envolvidos:

I – Procedimentos ANTES da contratação

redimensionamento e restruturação das células de produção
levantamento da necessidade de mão-de-obra
definição do perfil profissional a ser contratado
definição de cargos e salários
recrutamento de pessoas (envolvem chamadas através de anúncios, seleção de curriculuns, …)
seleção de pessoas (entrevistas coletivas e individuais, dinãmicas de grupo, avaliações de perfis, …)

II – Procedimentos DURANTE a contratação

exames médicos admissionais
fornecimento de uniformes e EPI´s

III – Procedimentos APÓS a contratação

fornecimento de vales-transporte, ticket alimentação, cesta básica, plano de saúde, …
encargos sociais sobre os salários (estes representam em média 34% para empresas enquadradas no regime SIMPLES e 75% para empresas fora do regime Simples)

IV – Procedimentos de uma demissão

de acordo com a situação contratual incidirão verbas indenizatórias legais e da categoria
caso o rompimento ocorra ainda durante a vigência do contrato de experiência, incidirão ainda multa sobre o saldo de dias até o término contratual
exames médicos demissionais

Além disso, aumento do quadro funcional pode implicar ainda em:

a) constituição de CIPA (quando a atividade demandar)
b) contratação de técnicos de segurança no trabalho
c) maiores espaços para refeitório, vestiário, banheiros, …

Você já avaliou todas estas demandas?

Está verdadeiramente ciente de todos estes compromissos?

A maior certeza que podemos ter é que, todos os itens enunciados geram custos. Também temos a convicção de que em seu caso, alguns detalhes específicos também farão parte de seus procedimentos, e, estes, certamente também gerarão custos.

Raramente avaliamos TODOS estes detalhes. No entusiasmo do crescimento o foco certamente estará direcionado para mais contratações, sem a devida avaliação de seus custos e sua viabilidade.

Bem, tomara que o aumento de sua produção propicie margem financeira suficiente para cobrir todos estes custos envolvidos!

Edmilson Koji Tanaka
Consultor
SEBRAE/PR

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Por Ronaldo Hofmeister

Mesmo que seu produto seja roupa ou alimento, o conhecimento é um produto que está inserido no contexto da venda de qualquer segmento. O empreendedor deve se transformar em aprendiz e ao mesmo tempo professor de todo o conhecimento gerado pelo seu produto e pelo mercado

Passamos de uma economia baseada na agricultura para uma economia baseada na produção e a pouco mais de 30 anos entramos na economia da Informação. Muitos mercados ainda estão discutindo os melhores meios para produzir mas os clientes já querem conhecimento e interação com a empresa.

Quanto mais conhecimento conseguir agregar ao seu produto mais valor ele terá para o cliente. Surge neste cenário o vendedor consultor que tem como missão ensinar o cliente a consumir e a tomar decisões. Como um professor, este novo vendedor deve agir em todo o processo de venda para facilitar a aprendizagem do cliente sobre o produto, suas vantagens e aplicações. Mas como o processo de aprendizagem é de mão dupla o vendedor também precisa aprender algo a respeito do cliente.

Todo empresário precisa entender o nível de conhecimento que seu cliente tem a respeito do seu produto. É necessário saber se o cliente conhece o preço do produto. Estima-se que um cliente médio consiga guardar o preço de aproximadamente 20 produtos e em outros 50 tem uma boa noção do valor. Além do preço é necessário que o cliente conheça quando precisa trocar ou comprar novamente o seu produto e principalmente que conheça onde pode comprá-lo. Quanto mais aprender com um cliente mais poderá ensinar para outro cliente.

Os melhores meios para passar o conhecimento não são os veículos de massa que normalmente são caros e com pouco espaço ou tempo para passar sua mensagem. Quanto mais personalizado for seu atendimento maior as chances de aprender e ensinar ao cliente. A internet passa a ser uma ferramenta poderosa para este fim já que permite personalizar e ao mesmo tempo gerar conteúdo e informação.

Qual o seu nível de conhecimento sobre o cliente? Qual o nível de conhecimento do seu cliente sobre o seu Produto?

Ronaldo Hofmeister

Consultor – SEBRAE/PR

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Por Boris Hermanson

Quando um feriado cai na terça-feira ou então na quinta, algumas empresas, especialmente as do setor de serviços e indústria, concedem a segunda-feira anterior ao feriado ou a sexta-feira posterior a ele como folga para seus empregados, folga esta que será compensada durante o correr do ano calendário. Estes dias de folgas são conhecidos por dias pontes.

O mecanismo utilizado para este tipo de ajuste é denominado de acordo de compensação de horas.

Acordo de Compensação de Horas:

O Acordo de compensação de horas (artigo 59 da CLT) é o sistema utilizado pelas empresas para a compensação de pequenas diferenças na jornada de trabalho dos seus empregados. De acordo com a nossa legislação, a jornada de trabalha padrão é de 44 horas semanais ou 8 horas diárias, entretanto existem situações tais como a mencionada neste artigo em que numa determinada semana, os empregados poderão não cumprir essas 44 horas semanais, em virtude da concessão de folga nos chamados dias pontes.

Neste caso, para compensar às 8 horas não trabalhadas naquele dia, a empresa poderá prever o acréscimo de alguns minutos à jornada diária durante certo período até que a folga concedida seja compensada.

Aconselhamos que a empresa que trabalhe com a concessão de dias pontes elabore antecipadamente e informe seus empregados sobre o plano de compensação anual dessas folgas.

E quando houver trabalho nos feriados, o que deve ser feito?

Inicialmente devemos esclarecer que o trabalho nos feriados no comércio dependerá de autorização do sindicato dos empregados e também da permissão da legislação municipal. Neste caso o empregador deverá conceder a respectiva folga em outra data ou pagar o dia trabalhado em dobro.

Já o trabalho aos domingos é permitido para o comércio em geral desde que os empregados que trabalhem nestas datas tenham uma folga a cada 3 semanas que coincida com o domingo.

Como existem regras específicas para o trabalho em feriados e aos domingos, não é aconselhável a utilização do banco de horas nestes casos, antes, conforme já explicado, é melhor que o dia trabalho seja compensado em outra data logo na semana seguinte, ou pago em dobro.

Já no caso da indústria ou de serviços, o trabalho aos domingos e feriados dependerá sempre, além da autorização do sindicato, de autorização prévia especial do Ministério do Trabalho e Emprego.

Boris Hermanson
Consultor Sebrae-SP

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Por Boris Hermanson

A demissão de um empregado é um momento tenso na vida de qualquer gerente ou administrador. Entretanto, esta situação costuma ser ainda mais delicada dentro de uma micro ou pequena empresa.

Isto se deve ao fato de que nem sempre esses empresários têm conhecimento técnico/profissional específico para agirem nestas situações.

Manter o empregado informado sobre seu desempenho:

Normalmente, a demissão de um empregado é decidida com base em critérios bem objetivos, como seu desempenho e/ou sua conduta dentro da empresa.

Desta forma, é importante que o empregado saiba de forma antecipada que seu desempenho ou sua conduta estão abaixo ou fora daquilo que a empresa espera dele, de forma que sua eventual demissão não seja uma surpresa para ele mesmo.

Entretanto, é preciso agir com educação e respeito ao informar um empregado sobre seu baixo desempenho ou sobre sua conduta incompatível com as normas da empresa.

Nunca use de ameaças, evitando a todo custo expor a situação desse empregado aos demais funcionários. A finalidade de informá-lo sobre seu desempenho insuficiente ou conduta inadequada não é provocar sua humilhação, mas sim, dar oportunidade para que ele melhore e reverta esta situação.

Vale lembrar que ameaças ou humilhação do empregado são consideradas assédio moral pela Justiça do Trabalho, dando direito ao empregado receber reparação pelos danos sofridos.

Outra dica importante é evitar divulgar para outros empregados ou terceiros (fornecedores ou clientes) da empresa a intenção de demitir um determinado empregado. Isto serve apenas para criar um ambiente de trabalho negativo, o que compromete a motivação e os resultados de todos os seus empregados.

Anunciando a demissão:

Quando o empresário tiver que avisar um empregado sobre sua demissão, é bom lembrar-se que este é um momento crítico na vida de qualquer pessoa, mesmo que ele já esteja esperando por isto.

Desta forma, sempre é bom tratar o empregado demitido com respeito, educação e consideração, informando-lhe o real motivo de seu desligamento da empresa, colocando-se a disposição para ajudá-lo no que for possível para sua recolocação profissional, frisando que a decisão sobre sua demissão foi baseada em aspectos profissionais e não pessoais.

Cumprir ou não o aviso prévio:

Por fim, o empresário deve calcular o que é melhor para empresa: que o empregado cumpra o prazo do aviso prévio ou o aviso seja pago sem que ele tenha que trabalhar neste período.

Os fatores que determinarão a adoção de uma ou outra hipótese são o motivo da demissão e a forma como o empregado reagiu ao seu anúncio. Aqui, a sensibilidade do empresário será essencial para evitar prejuízos ou constrangimentos desnecessários.

Esperamos que estas orientações possam ajudar os empresários do segmento das micro e pequenas empresas no difícil momento da demissão de um empregado.

Boris Hermanson
Consultor Sebrae-SP

Blog: http://borishermanson.wordpress.com

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