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Posts Tagged ‘Inovação’

Por Rosangela Angonese

Jim Collins é professor da Universidade de Stanford, consultor e autor de vários best-sellers na área de negócios, tais como “As Gigantes Caem” e  “Feitas para Durar”. Na reportagem das páginas amarelas da Veja, ele ressalta o espírito empreendedor dos norte-americanos.

Segundo ele, essa qualidade deve-se ao fato de que o país foi formado por imigrantes que buscavam construir uma vida nova, não somente começar uma empresa ou usufruir dos recursos que o território oferecia.

  Pois é, mas até aí nada  diferente do Brasil. Nós também somos um país formado por imigrantes e não temos esse mesmo espírito empreendedor arraigado como os norte-americanos.

Vamos aos fatos.

Nos Estados Unidos, diferentemente do Brasil, “ninguém poderá impedir você de acordar amanhã de manhã e resolver pegar metade de uma peça de sua casa e começar uma empresa”, nas palavras de Jim Collins. Além disso, lá se celebram os fracassos honestos. Fracassar com um produto ou com uma empresa não significa ser uma pessoa fracassada. Será que no Brasil também é assim?

Na primeira situação, a solução é simples: criar facilidades e não dificuldades para abrir uma empresa, ou seja, acabar com qualquer obstáculo que impeça os empreendedores de iniciarem suas empresas rapidamente, mas muito rapidamente.

Não é à toa que os Estados Unidos são o lugar onde surgem as empresas mais inovadoras e de maior crescimento mundial e que estão revolucionando o nosso dia a dia: Microsoft, Apple, Google, Facebook, entre outras.

O segundo ponto trata-se de uma questão cultural. Não existem fórmulas mágicas para se mudar isso. Mas, por outro lado, de acordo com afirmativa do próprio Collins, “empreendedorismo não é uma questão de personalidade…,empreendedorismo se ensina”. Essa também é minha crença, até porque se fosse ao contrário eu não ensinaria empreendedorismo nas universidades e o Sebrae não atuaria tão fortemente na criação de processos sistematizados que orientam ajudam as pessoas a criarem seus próprios negócios.

Algumas ideias em destaque:

  • Não confunda sua empresa com o seu produto.  Grande parte dos novos produtos lançados fracassa, mas isso não determina os destinos da sua empresa, faz parte do processo de aprendizado e da dinâmica dos negócios.
  • Aprenda com os empreendedores bem-sucedidos. A principal motivação desses empreendedores não é ganhar dinheiro, mas criar e construir algo significativo, que tenha impacto e valor fora do comum.
  • A criatividade sozinha pode não resultar em nada produtivo e valioso se não for aliada à habilidade de organizar e de colocar em prática, de forma produtiva, as novas ideias.

Quer ser empreendedor? Quer ter sucesso? Prepare-se! Encare os fracassos como aprendizado e siga em frente!

Rosangela Angonese

Consultora – Sebrae/PR

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Por Luciana Pecegueiro Furtado

Nos dias 19 e 20 de novembro foi realizado em São Paulo o evento Intercon 2010, que se dedicou a tratar de inovação e o futuro da internet, se propondo a reunir os melhores profissionais da área. E o que isso tem a ver com o seu negócio? Tudo!

Temos de reconhecer a mudança nos aspectos do comportamento social de todos os consumidores e nos adaptarmos a essa tendência. Nunca me deparei tão claramente com o que sempre estudei em sociologia, afinal, uma sociedade não é estática. Eu mesma, apesar de estar em idade de jovem, muitas vezes reflito sobre a necessidade de participação nas novas redes sociais. E a minha conclusão com o evento é de que sou um dinossauro, apesar de ter meu smartphone e adorar tecnologia.

Se sua empresa se vê como satisfeita com suas formas de comunicação, abra sua mente para a adaptação! A rede torna as formas de divulgação mais democráticas, não é mais necessário investir milhares de reais para uma propaganda na TV ou nos jornais. É com a internet que é possível pessoas comuns se tornarem celebridades com vídeos caseiros, ou mesmo charges produzidas e divulgadas de casa. Afinal, quem não conheceu o David após ir ao dentista?

E por que sua empresa não aproveita essas oportunidades? Pois conclui que, independentemente das evoluções e novas formas de comunicação social que apareçam, se não nos adaptarmos a chance de sucesso será reduzida exponencialmente! As pessoas mais maduras que não passaram sua adolescência ou fase adulta com a experiência de ter um computador podem resmungar, mas o fato é que jovens de até 30 anos se comunicam de forma diferente. Não podemos deixar de acreditar nessa mudança nas novas gerações quando percebemos sua desenvoltura, em nossas próprias famílias, com toda a tecnologia ao redor. Afinal, quase um terço da população mundial tem até 15 anos!

A forma de comunicação que você conhece será diferente, mas sempre haverá a mesma base: a comunicação entre pessoas e a necessidade de viver socialmente. Todas essas pessoas são os seus consumidores e mesmo que você venda um produto direcionado para adultos e idosos lembre-se de que os cursos de computação estão cada vez mais cheios de idosos ávidos por conhecer novas formas de se comunicar. Além disso, os jovens de hoje são seu público de amanhã. Caso você tenha um negócio voltado a jovens e crianças sugiro que comece a refletir sobre a necessidade de mudar radicalmente hoje!!!

Além da possibilidade de reduzir os gastos com a divulgação de seu negócio, as novas formas de interação com os seus consumidores são necessárias. Hoje os negócios podem não se reduzir ao horário comercial praticado por sua empresa. Ela pode estar numa vitrine potencialmente vista mundialmente 24 horas por dia, 7 dias por semana. Seus clientes podem te acompanhar com alguns toques no celular; até mesmo a classe C!

Assim, vamos explorar nos próximos dias alguns dos temas discutidos no Intercon com base nas palestras e na minha leitura de volta para casa – e que fechou com chave de ouro a imersão no tema: Futuretainment, de Mike Walsh. Assim, publicaremos mais alguns posts porque o evento rendeu muitas reflexões que compartilharemos com vocês. Amanhã publicaremos o post “Como será o consumo com as novas tecnologias e mídias sociais?” e ainda exploraremos o e-commerce e as compras coletivas.

Vou indo para poder criar minhas contas no Twitter, Facebook, Foursquare…

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Por Marcos Kahtaliam

O grande Arquimedes, não seria ele mesmo o pai daquilo que eu chamo de o mometo Eureka? Aquilo que o sábio grego gritou, eureka,  (tradução  livre: “Achei, descobri!”)ao verificar o transbordo de água em sua banheira e assim resolver um  problema básico de volume dos corpos.

Conta a lenda que Aqruimedes saiu nu pelas ruas de Siracusa, tão feliz com sua descoberta e – acrescento – tão absorto com o fato, juntando ao caso a pitada de excentricidade que julgamos natural em todas as pessoas ditas geniais.

Esta cena, com suas modificações, o momento da descoberta, do Eureka, pode ser vista em vários momentos da história da humanidade e existe uma imensa galeria de personagens que se celebrizaram também por esses momentos “mágicos”, como a história da maçã de Newton e a gravidade ou a observação de um trem e a relatividade com Einstein. No mundo dos negócios, pródigo à mitologias, Akio Morit, no passado pela Sony, e Steve Jobs, pela Apple, no presente, representam a figura desse criador “espontâneo”, que tem idéias geniais que revolucionam mercados.

Ora, o que esquecemos é que o momento eureka só pode funconar – e funciona – porque vindo através de um longo estudo, uma trabalhosa dedicação ao seu problema de pesquisa ou inovação, em que séries de testes e pesquisas são feitas para se chegar a uma conclusão.

Parece que a descoberta inovadora – acontece sim de um hora para outra – mas só depois que nos deixamos acumular longamente por um problema, analisando vários ângulos de uma questão, testando, tentando, e principalmente errando – a única formula infalível para um dia conseguir inovar, isto é, pela série de tentativas e estudos dos erros e acertos dessas tentativas.

Com isso quero dizer que, não espere que de uma hora para outra, a inovação surja do nada em sua empresa. Ela precisa ser buscada, não como uma descoberta mágica, mas sim como um lento processo de se achar soluções para problemas empresarias.

Se você fizer isso, pode ser que, depois de um certo tempo, em um dia qualquer, por um motivo à toa, você possa até a chegar a ter um vislumbre genial, um momento eureka, digamos, daquilo que você está procurando. Pois não se chega a lugar nenhum, se não se está com todos os sentidos voltados para uma descoberta inovadora. Pense nisso e comece hoje a se dedicar a inovação em sua empresa.

Marcos Kahtaliam

Consultor – SEBRAE/PR

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Por Marcos Kahtaliam

Muitas vezes, quando o produto é visto como comoditizado por não possuir grandes diferenciais, quem entra em cena e faz toda diferença é o design de produto; e, nesse aspecto, especialmente aquele design que torna o produto, antes de ser uma função, uma experiência estética.

Beleza, como mamãe já dizia, também põe a mesa. E, cá entre nós, quem não quer ter um carro charmoso, “in”, e ainda com fama de econômico, sustentável, fácil de  estacionar, barato e de revenda garantida? O resultado? Vá até uma concessionária Fiat e avalie você mesmo. Não há mais carro para pronta entrega. Isso é design e é inovação. E é sucesso.

E quanto à você? Já pensou no design como fonte de inovação para sua empresa? Pode apostar, quando parece que não há saída para a inovação de produtos, um fino olhar, atento a tendências e com boa dose de talento pode reformular todo um mercado.

Marcos Kahtaliam

Consultor – SEBRAE/PR

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