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Por Patrícia Mayana Maynard Viana

Se falarmos de negócios verdes, deve lhe vir à mente produtos orgânicos, energia limpa, recicláveis, dentre outros. Pois bem, a idéia está ampliando seus rumos e fazendo surgir negócios, e quando me refiro a negócios considero um mercado de US$ 500 bilhões anuais nos EUA.

Em Nova York, a meca de negócios inusitados, surgiram vários negócios que usam o selo verde em segmentos tradicionais como academias de ginástica a fazendas no alto de prédios que produzem legumes e verduras orgânicos. Este e outros foram mostrados no Programa Mundo S/A de 25/10:

  • Fazendas urbanas: fazendas orgânicas com fins comerciais que funcionam no alto de prédios. A primeira, instalada no Queens, vende para mais de 10 restaurantes e consumidores finais por meio de feiras semanais. A previsão é colher no ano de 5.500 a 7.000 quilos de vegetais;
  • Materiais de construção e eletrodomésticos sem fins lucrativos: a Build it Green NYC cresce 25% ao ano vendendo materiais de construção usados por preços que chegam a 50% do varejo tradicional. Com isso, evitam que 600 T de materiais de demolição vão para os aterros sanitários
  • Loja ecológica: a Sustainable NY possui consumidores que estão mais preocupados com o meio ambiente do que com o bolso e podem gastar comprando acessórios, roupas, calçados, cosméticos e materiais de limpeza. Esses produtos devem ser produzidos localmente e obedecer aos preceitos do comércio justo, fair trade, usar materiais recicláveis, biodegradáveis ou energia alternativa. O negócio deu tão certo que em breve estará se expandindo por meio do franchising.
  • Academia Verde: A Green Fitness Studio é a primeira academia com selo verde de Nova York. Para conseguir essa certificação realiza algumas ações como uso de copos descartáveis e recicláveis, uso de borracha de pneus recicláveis nas salas de aula, sistema de conservação de água nos banheiros, vidros espelhos que ajudam a reduzir o gasto com energia.

E por falar em franquia, no Brasil, a rede de franquias Mundo Verde trabalha há 23 anos com a venda de produtos naturais, orgânicos e que promovam bem-estar e qualidade de vida. São 175 lojas no Brasil presentes em 20 Estados e Distrito Federal. A empresa que tem como missão “Oferecer Qualidade de Vida, Consumo Responsável e Sustentabilidade”, amplia o conceito de responsabilidade para além da escolha de seus fornecedores e mix de produtos oferecidos, adota programas ambientais e oferece serviços no site como dicas de nutricionistas, receitas e testes.

Que outros negócios verdes você conhece no Brasil?

Patrícia Mayana Maynart Viana

da Unidade de Acesso a Mercados do Sebrae/NA

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Hugo Henrique Roth Cardoso

Ao pensar em formas de divulgar um produto ou serviço pensamos muitas vezes em alguma forma nova e inovadora, que de fato chame a atenção do público-alvo. Será que as formas tradicionais não podem fazer esse serviço? Esquecemos as formas tradicionais em detrimento de riscos que muitas vezes não precisam ser assumidos.

Vamos a um exemplo simples: o que vende um supermercado? Comida, em essência. O que é feito com esta mercadoria? Preparada para alimentação, na maior parte das vezes. Resultado: por que não divulgar sugestões de receita em revista própria do estabelecimento? Com essa solução pode-se ainda divulgar entrevistas, veicular outros anúncios (inclusive pagos), e ainda promover algum produto falando de sua região de origem. Um exemplo deste caso é a rede de supermercados VERDEMAR, conforme ilustração e link acima. Por meio de revista própria da rede eles promovem estes aspectos levantados e outros, vale a pena conferir.

Pensando agora em outros setores e atividades econômicas, podemos aproveitar formas tradicionais para divulgar o que seja de interesse do cliente, de forma a este desejar carregar junto de si, para sua casa, um pouco do produto ou serviço que está comprando:

  • Uma loja de tintas: dicas de combinação de cores, cuidados com decoração e um encarte ´faça você mesmo´;
  • Para um grupo de cabeleireiros, por exemplo, um encarte com alguns cortes de cabelo e dicas de moda, além de cuidados com a pele;
  • Um livraria pode promover entrevistas e resenhas de alguns livros, além de conteúdo cultural (algumas livrarias já fazem isso, mas na forma de panfleto com foco em venda, e não em informação);
  • Uma rede de informática pode facilmente promover dicas de manutenção e aprimoramento de desempenho do computador pessoal, comparações entre novos produtos, ou ainda informações sobre novos softwares.

Formas tradicionais e simples de divulgação podem ainda ser muito úteis, vale aproveitar para descobrir em torno do próprio empreendimento onde está o interesse do cliente e trabalhar em cima das oportunidades decorrentes.

Hugo Henrique Roth Cardoso
Da Unidade de Acesso a Mercados – Sebrae/NA

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Por Ronaldo Hofmeister

Este conceito surgiu para identificar o consumidor que estava em transito ou em viagens e precisava consumir desde o alimento até uma noite de sono passando por entretenimento enquanto espera seu próximo trajeto da viagem. Com o tempo este termo foi mudando e hoje é utilizado para descrever um novo consumidor.

O Transumer é um consumidor que busca uma nova experiência de consumo ou de produtos diferentes os quais são adquiridos por poucas pessoas. Um bom exemplo é viajar para onde ninguém da sua rede de relacionamentos foi. Produtos de luxo deixam de ser um sinal de status pois não querem carregar o peso de bens na sua vida preferem colecionar sensações.

Para atender este tipo de consumidor será necessário criar uma surpresa ou proporcionar momentos para ele curtir a vida. Este consumidor quer mais qualidade de vida e busca o bem estar acima de bens e produtos. Sua empresa precisará inovar constantemente. Nem todos os consumidores seguirão este padrão de consumo, mas hoje já representam uma parcela com excelente poder aquisitivo e disposto a gastar muito bem.

Com a ascensão da classe C que passou a consumir produtos de marcas, as classes B e A passam a desejar um novo tipo de consumo que as diferenciam da classe C.

E você já está pensando em atender os Transumers?

Ronaldo Hofmeister

Consultor – Sebrae/PR

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Por Ronaldo Hofmeister

Comunicação de massa tradicional como TV, rádio, jornal e revistas tendem a atingir um público sem muita segmentação. Para fugir da comunicação de massas muitas empresas partiram para promoção o que tem infestado o mercado de ações deixando de impactar o cliente pelo excesso de atividades.

É muito importante impactar o público certo, na hora certa e no tempo certo. Quanto mais personalizado melhor, portanto tanto a comunicação como a promoção devem estar atentas a interação com o cliente permitindo um vai e vem de idéias. A internet tem permitido esta interatividade portanto, a comunicação ou a promoção deve ser reinventada para atender este novo consumidor.

A comunicação e a promoção são excelentes ferramentas desde que sejam utilizadas de forma adequada e que o cliente permita esta interação.

Ronaldo Hofmeister

Consultor- SEBRAE/PR

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Seja bem-vindo!

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Por Ronaldo Hofmeister

O preço é formado pelo mercado e não podemos simplesmente aplicar a fórmula Preço=custo+margem . Mas por outro lado se o preço está definido pelo mercado e sabemos qual a nossa margem a única coisa que sobra para a empresa administrar é o custo.

Se imaginarmos que vamos produzir a melhor pizza do mundo utilizando os melhores ingredientes, o melhor chefe de cozinha e as melhores técnicas existentes e simplesmente somarmos todos os custos e nossa margem podemos chegar a um valor muito alto. Se neste exemplo chegássemos ao valor de R$ 100,00 para cada pizza será que teríamos mercado?

Provavelmente venderíamos algumas pizzas para um mercado muito específico, mas será que este mercado tem um tamanho suficientemente grande para sustentar esta oferta de pizzas a R$ 100,00?

Portanto fica claro que não podemos simplesmente somar os custos e lançarmos o preço do produto, temos que saber quanto os clientes estão dispostos a pagar. Como o preço é definido pelo mercado só resta para empresa administrar os custos. Temos que saber o preço do mercado e administrar muito bem as compras para obter os melhores custos pode gerar uma grande vantagem competitiva para a empresa.

Na sua empresa você administra preço ou custo?

Ronaldo Hofmeister

Consultor – Sebrae/PR

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Por Ronaldo Hofmeister

Estamos abordando a utilização dos 4 P’s e dos 4 C’s. No post passado falamos da relação PRODUTO  e CLIENTE. Neste post vamos comparar o PONTO e a CONVENIÊNCIA.

Quando escuto o termo conveniência logo vem a minha cabeça as lojas que ficam em postos de gasolina. Você já se perguntou por que estas lojas se chamam Lojas de Conveniência? É provável que alguns tenham respondido: por que é conveniente comprar nestas lojas. Mas por que é conveniente? Por que é fácil estacionar, estão abertas 24 horas, tem os produtos que precisamos quando mais nada está aberto, é fácil comprar, estão bem localizadas, tem mais segurança, etc…

A conveniência facilita o acesso do cliente a um produto ou serviço. A internet é um grande fator de estímulo a conveniência pois de sua casa o cliente pode comprar e consumir sem precisar sair para a rua. Portanto a conveniência não acontece apenas em uma loja física ela pode estar em meios digitais e na internet. Como cada vez mais consumidores estão optando em comprar na internet ou em casa através de catálogos a conveniência tem sido muito valorizada.

O conceito de ponto, por outro lado, leva em consideração a localização, facilidade de acesso e visibilidade do local. Como podemos ver o mais importante é facilitar o acesso do cliente ao produto ou serviço seja com um ponto comercial ou com conveniência.

Ronaldo Hofmeister

Consultor – Sebrae/PR

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