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Posts Tagged ‘novos negócios’

Por Roberto Bellucci

Campus Party, a maior festa mundial da Internet, considerado o maior evento em inovação tecnológica, Internet e entretenimento eletrônico em rede do mundo, oferecendo 24 horas de atividades por dia, neste ano utilizando o espaço do Centro de Convenções Imigrantes, com 38 mil m2, com mais de 7.000 “campuseiros”, que apresenta novidades e discussões sobre criatividade digital, robótica, ciência, entretenimento digital, inovação, tecnologia da informação, Internet, hardware, software, jogos, bandas largas, novas estruturas da música, do vídeo, das mídias e, sob o ponto de vista do mercado, novos clientes, novas demandas, novas tendências, projeção de novas oportunidades e necessidades.

Descobre-se, nesse ambiente, desenvolvedores de softwares de alta precisão, cartunistas, músicos, designers de jogos e outras capacidades que, por vezes, têm doze, treze anos…De idade! Meninos, adolescentes e jovens produzindo sonhos ou sonhando com produtos para a sua satisfação e, melhor de tudo, realizando.

  • Quais as suas necessidades?
  • O que eles precisam?
  • O que querem comprar?
  • Para quem eles desenvolvem suas idéias?
  • Quantos são?
  • Qual a projeção desse – não tão – novo mercado?
  • O que eles falam?
  • Como falam?
  • Qual a linguagem?
  • Com quem se comunicam?
  • Pra onde vai esse conhecimento?
  • Onde é compartilhado?

É certo que estamos experimentando uma mudança nem silenciosa e nem lenta. Tudo está se tornando perto, simples, prático, rápido, eficiente, direto, “glocal” (Global e local), precoce, na palma da mão. Ao mesmo tempo, vivenciamos a confusão da transferência das gerações, com as mudanças sociológicas, demográficas, políticas e culturais.

Esse novo mercado quer simplicidade, praticidade, tecnologia avançada, preços competitivos e adequados à realidade do consumo e não do produto.

O novo mercado é novo na idade de seus consumidores, mas tem uma extensão para os adeptos – de qualquer idade – ao que é novo e inevitável – a tecnologia da informação, da comunicação, da criação e integração das mídias.

É preciso aprender muito com estas gerações de consumidores que produzem, criam, desenvolvem e participam da mudança de comportamento da sociedade.

Antes, as mudanças eram evidenciadas por ícones ou marcas, que transformavam pela transgressão aos modelos. Eram facilmente identificáveis.

Hoje – e a Campus Party indica esse comportamento – todos podemos transformar conceitos, padrões, modelos, criar tendências (breves), enfim, participar das mudanças. Os “meninos” de doze anos já estão nos sinalizando:

Façam algo novo, porque nós já estamos fazendo.

Ao visitar a Campus Party, temos a clara idéia de que temos que acelerar nosso processo de entendimento do mercado.

A tecnologia e a informação instalada é facilmente absorvida e substituída com pouco tempo. É a grande oportunidade para conhecermos melhor o novo – ou novos – mercados, com novas exigências, novos comportamentos, novos clientes e com a incumbência de entregar produtos e serviços adequados, com satisfação e qualidade.

Não é um mundo novo. Ele já está aí, na nossa frente, agindo, comprando, vendendo, sugerindo novas formas de planejamento, de administração de empresa, de relacionamento.

Há um distanciamento perigoso desse mercado que vai, inevitavelmente, aportar no cais dos incrédulos.

Observar, respeitar e agir rápido para aproveitar as oportunidades é o que se deve praticar neste momento para coexistir e se desenvolver no grande “Campus” mundial.

E que possamos fazer a “festa” juntos.

Roberto Bellucci

Consultor da Orientação Empresarial – Sebrae/PA


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Análise de mercado é a compreensão dos fatores externos e internos que afetam diretamente o desempenho da empresa.

É a prática sistemática de manter o controle das mudanças externa e interna, tais como: forças econômicas, políticas e legais, sociais, naturais, tecnológicas e competitivas.

 

· O ambiente econômico compreende a economia de uma forma geral, incluindo ciclos de negócios, renda dos consumidores e padrões de gastos. Um ciclo de negócios é o padrão do nível de atividade econômica.

 

· Principais tendências demográficas como: as mudanças do tamanho e da estrutura familiar.

 

· O ambiente político e social inclui as leis, regulamentações e pressões sociais que afetam o desempenho das empresas. As leis e regulamentações cobrem muitas áreas relevantes, entre elas embalagem, preços, propaganda e vendas para menores.

 

· Os valores culturais afetam o marketing de várias maneiras. Por exemplo, diferentes culturas dão ênfases variadas à importância da família e de um chefe de família do sexo masculino.

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Nos anos 80, Guy Kawasaki era o homem da Apple responsável por evangelizar o mundo sobre os benefícios da tecnologia. Esta experiência deu a ele o know-how para se especializar em empresas de tecnologia iniciantes (startups).

 Ele fundou a Garage Ventures, empresa de investimento de risco, cujo site traz boas dicas sobre como montar um plano prático de negócios e fazer apresentações bem objetivas para investidores.  Autor do livro  “The Art of The Start” (A arte do começo), considerado um dos melhores sobre este assunto pelos maiores investidores americanos e é dono do blog . “How to Change the World”.

 Assista o vídeo da palestra que ele fez falando sobre a arte de se abrir um novo negócio. Ah, o vídeo tem legendas em português.

guykawasaki

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Por Antonio Carlos de Matos

Você que está pensando em montar um negócio próprio, já parou para pensar se identificou uma oportunidade de negócio ou tem apenas mais uma idéia na cabeça? Daquelas idéias que imediatamente viram empresas, muitas das quais acabam já no primeiro ano de vida, situação de 31% dos que abriram um negócio próprio nos últimos anos.

 

Qual a diferença? De maneira bem simples e direta, se tem alguém querendo comprar os serviços ou produtos da empresa que pensa criar, então existe uma oportunidade de negócio. Afinal de contas, podemos resumir uma atividade empresarial numa ação final de vender e lucrar. Se for comprovada a possibilidade de vender os serviços ou produtos resultantes e de lucrar, então você encontrou uma oportunidade de negócio. Note bem, vender e lucrar. Não basta somente vender. O que realmente é determinante de uma boa oportunidade é a quantidade de lucro. Não serve qualquer lucro. Mas somente um montante de lucro que compense toda a empreitada. Isto é, supere em ganhos o que poderia ser obtido em outros negócios e investimentos. Em outras palavras:

 

  •  Para começar, você precisa confirmar a existência de interessados em comprar os serviços ou produtos que sua empresa vai oferecer;
  •  Por um preço que compense todos os seus custos e dê lucro;
  •  Em quantidade que acumule no final de um período de tempo um montante de lucro que compense a empreitada;
  •  E que estas condições durem por tempo que compense a montagem do negócio. Isto é, dê o retorno que você deseja;
  •  E ainda, que você realmente esteja disposto a enfrentar e comandar o dia-a-dia desta operação. Você e sua família deverão adaptar o estilo de vida às condições que o negócio necessitar, caso você fique no comando da operação da empresa.

 

Simples? Nem tanto. É provável que neste ano mais de 40.000 empresas que foram abertas no ano passado sejam fechadas. Fracassarão. A principal razão é falta de planejamento inicial. Mais ou menos assim: tiveram a idéia e abriram. Não confirmaram o volume de dinheiro que seria necessário para montar o negócio, chamado de investimento inicial, nem quanto de recursos seria necessário para movimentar a empresa no dia-a-dia, o tal do “capital de giro“.

  •  Quais seriam os custos?
  •  Que preço deveria praticar?
  •  Qual volume precisaria ser vendido?
  •  Quem é o cliente e onde está?
  •  Que lucro poderia ser obtido?

 

Pois é. Se você está com uma idéia na cabeça, cuidado. Antes de montar a empresa planeje os passos iniciais. Ou então responda a esta pergunta: aberta a empresa, o que você fará para que quem já compra no mercado o que sua empresa pretende vender, compre também de sua empresa?

 

 

Antonio Carlos de Matos

Consultor Orientação Empresarial

SEBRAE/SP

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Por Network/EUA

visaoetecnologia Segundo o site IDG Now algumas empresas estão promovendo inovações incríveis em produtos e serviços. Conheça 10 startups que oferecem tecnologias que devem encarar os principais desafios tecnológicos de 2009.

 

1. Arista Networks

O roteador Arista 7148SX para centros de dados é rápido e barato, e empacota 48 portas ‘10 Gigabit Ethernet’ em uma única unidade de armazenamento, oferecendo um sistema operacional para redes personalizável e ampliável. Cada porta custa 400 dólares.

 

2. Axxana

Com o Phoenix System, os usuários podem manter seus dados a salvo, já que uma caixa preta pesando 180 quilos com memórias flash protege as informações de eventuais ataques terroristas e desastres naturais. Além disso, os dados podem ser transmitidos via conexão wireless no caso de um evento desses acontecer. O preço da caixa ainda não foi divulgado.

 

3. BlueStripe Software

O FactFinder for VMware descobre aplicativos e mapeia a performance dos mesmos em mundos virtuais, detectando problemas e falhas de serviço potenciais. Custa a partir de 5 mil dólares, sendo que a implementação fica em torno de 20 mil dólares.

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A concorrência pode ser definida de forma ampla como todas as empresas formais e informais que atendem às mesmas necessidades do mesmo público-alvo do seu empreendimento. Portanto, para ser considerada concorrente, uma empresa precisa cumprir as duas condições: possuir produtos e serviços que atendam necessidades iguais àquelas para as quais os seus produtos e serviços são orientados e ter como foco o mesmo perfil de clientela.

Uma empresa pode fabricar ou vender produtos muito parecidos com os seus e não ser um concorrente direto. Basta que ela posicione seus produtos para um público-alvo de outra faixa etária ou renda, por exemplo. Por outro lado, mesmo produtos e serviços muito distintos podem ser concorrentes, desde que atendam a mesma necessidade, por exemplo: restaurantes, lanchonetes e padarias, que em muitas situações oferecem opções diferentes de refeições apra um mesmo tipo de clientes.

Para identificar os concorrentes, é necessário realizar uma pesquisa de mercado que pode iniciar com o uso de uma lista telefônica da cidade. Em cidades ou bairros onde existam associações comerciais e industriais atuantes, também é possível adquirir uma lista de empresas associadas, facilitando a busca pelos concorrentes.  Porém, a forma mais segura de identificar a concorrência é uma detalhada visita ao local do empreendimento. Deve-se percorrer rua por rua da região, marcando a localização dos potenciais concorrentes em um mapa que poderá ser usado depois para a escolha do ponto comercial, por exemplo, ou mesmo para a forma de atuação.

concorrência

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Do livro: “O Mundo é Plano: uma breve história do século XXI” deThomas Friedman:

“Uma maneira para que as firmas pequenas sobrevivam no mundo plano é aprender a comportar-se como se fossem realmente grandes. E a chave para agir como grandes sendo pequenas é a rapidez em aproveitar todos os novos instrumentos de colaboração a fim de chegar mais longe, mais depressa, mais ampla e mais profundamente.”

Pra quem não leu ainda “O Mundo é Plano”, recomendo. É leitura obrigatória para quem trabalha com negócios, na área de Internet, etc.

capa do livro o mundo é plano
Capa do livro, editora Objetiva 2007

 Friedman, conta um pouco sobre sua viagem à India e como descobriu que o mundo se achatou, além de alguns casos bem interessantes de empresas conhecidas mundialmente e como essas obtiveram vantagem competitiva através de cadeias de fornecimento global, colaboração e muita inovação.

Encontrei no Youtube o vídeo com um trecho de uma entrevista com o autor.

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