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Posts Tagged ‘pequenos negócios’

Análise de mercado é a compreensão dos fatores externos e internos que afetam diretamente o desempenho da empresa.

É a prática sistemática de manter o controle das mudanças externa e interna, tais como: forças econômicas, políticas e legais, sociais, naturais, tecnológicas e competitivas.

· O ambiente econômico compreende a economia de uma forma geral, incluindo ciclos de negócios, renda dos consumidores e padrões de gastos. Um ciclo de negócios é o padrão do nível de atividade econômica.

· Principais tendências demográficas como: as mudanças do tamanho e da estrutura familiar.

· O ambiente político e social inclui as leis, regulamentações e pressões sociais que afetam o desempenho das empresas. As leis e regulamentações cobrem muitas áreas relevantes, entre elas embalagem, preços, propaganda e vendas para menores.

· Os valores culturais afetam o marketing de várias maneiras. Por exemplo, diferentes culturas dão ênfases variadas à importância da família e de um chefe de família do sexo masculino.

· A responsabilidade social é o melhor interesse da organização. Muitas organizações encerram atividades negativas ou tomam ações positivas numa tentativa de beneficiar a comunidade, aumentar as relações com os clientes e reforçar a imagem positiva.

· Os empresários usam a tecnologia para melhorar a qualidade dos produtos e serviços oferecidos pelas organizações atuais. Os desenvolvimentos tecnológicos proporcionam informações e oportunidades importantes para satisfazer as necessidades dos clientes.

· O ambiente natural envolve os recursos naturais disponíveis para a organização ou afetados por ela. A organização pode destruir ou criar recursos aumentando ou reduzindo a poluição.

· As análises das forças competitivas são feitas observando a rivalidade entre os concorrentes existentes, ameaça de novos ingressantes, ameaça de produtos substitutos, o poder de barganha de fornecedores e o poder de barganha de compradores.

Independente do tamanho da empresa recomenda-se que o empresário tenha programa formal de análise do mercado, buscando as informações relevantes do seu negócio em jornais, revistas e publicações profissionais/técnicas, sindicatos, universidades, IBGE e outras entidades setoriais.

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No caso de transformação de uma empresa individual em sociedade limitada, não é possível a manutenção do número de inscrição no CNPJ, pois na verdade o que ocorrerá será o encerramento e respectiva baixa do registro da inscrição de empresário individual e a abertura e registro da sociedade limitada.

Para mais esclarecimentos sugerimos acessar o site: Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica – CNPJ

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Hoje eu comecei o dia tendo uma aula de gestão de empresas, atendimento ao cliente, negociação, relacionamento com o cliente com o Sr.José Augusto de Almeida, proprietário da Mercearia Paraobepas que fica em Itabirito/MG. O papo é tão rico e agradável neste vídeo que eu fiquei com vontade de ir a Itabirito só para poder comprar e conversar com o seu José.

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Com as festas de final de ano chegando, o Google não perdeu tempo e acaba de lançar o Commerce Search, um novo sistema que promete ajudar as empresas a incluir ferramentas de busca mais inteligentes em suas lojas online.

Embora o e-commerce continue crescendo em todo o mundo, a maioria dos sites ainda não oferece uma boa experiência de busca: os resultados demoram cerca de oito segundos para aparecer. O que, para o consumidor online, é tempo demais.

E é aí que o Commerce Search entra: o Google promete localização mais rápida do produto, busca inteligente, filtro por categoria, preço, marca e muito mais.

A empresa oferece a mesma tecnologia utilizada no site de busca e outros sistemas do Google para o comércio eletrônico, uma boa alternativa para pequenas e médias empresas online que não precisam ou não querem investir em sua própria e-shop.

Na página do Google Commerce Search dá para assistir a um vídeo com a demo do serviço e ler mais informações (em inglês) sobre como ele funciona.

e-commerce

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No último dia 07 aconteceu em São Paulo, no Hotel Renaissance o Intercon 2009 sob a batuta do genial Tiago Baeta do iMasters.

Um dos melhores eventos que já tiver a honra de participar, com áreas com conteúdo e palestrantes de arrepiar: Gil Giardelli, Marcelo Coutinho, Luli Radfahrer,  Carlos Nepomuceno (fiquei fã de vez), Drica Guzzi e Hernani Dimantas (Escola do Futuro – USP) ouvir estes dois tem que ser na base da filosofia “fala que eu te escuto” pois tudo que dizem é muito precioso;  Juliano Spyer (Talk Interactive), Horácio Soares (Acesso Digital) uma alma que trabalha em prol da dignidade de outras almas encantadoras; Márcia Matos (Sebrae/NA) e a sua educação sem distância, deixando claro que precisamos viver diariamente uma tag única: “aprender, aprender, aprender” onde cada um é responsável pela sua própria capacitação enquanto ser e enquanto profissional. Somos livres para aprender no mundo digital.

Abaixo a palestra que fiz, sob a curadoria do fenomenal Luli Radfahrer (ele me deixa com borboletas no estômago) no ambiente de Inovação e Empreendedorismo Digital.

Mestres Luli e Tiago, obrigada!! Foi uma honra!

E pensar que tudo isso começou no curso de Inovação e Comunicação Digital da ESPM/SP sob a batuta do professor Gil Giardelli!

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O “MPE Brasil – Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas” se constitui no reconhecimento estadual e nacional às micro e pequenas empresas que promovem o aumento a qualidade, da produtividade e da competitividade, pela disseminação de conceitos e práticas de gestão.

 A quem é dirigido o prêmio

 O MPE Brasil – Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas, é destinado às empresas que se enquadrem em determinadas características.

 Características de padronização nacional

 a) Receita bruta anual de até R$ 2.400.000,00 (dois milhões e quatrocentos mil reais), incluindo a soma dos orçamentos de filiais e matriz, segundo o Estatuto Nacional das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte;

b) Ter completado pelo menos 1 (um) ano fiscal;

c) Ter domicílio fiscal no Estado da respectiva inscrição;

d) Comprovar regularidade fiscal e estatutária, quando classificadas para a visita.

 Categorias de reconhecimento

 As categorias de reconhecimento serão:

 a) Agronegócio;

b) Comércio;

c) Indústria;

d) Serviços de Educação;

e) Serviços de Saúde;

f) Serviços de Tecnologia de Informação e Comunicação – desenvolvimento, implantação e gerenciamento de software;

g) Serviço de Turismo – bares, restaurantes, hotéis, pousadas, agências de viagens, transportes turísticos;

h) Serviços Outros – empresas de serviços que não se enquadrem nas categorias de serviços acima.

 As empresas inscritas em uma das categorias acima poderão optar por se candidatar ao “Destaque de Boas Práticas de Responsabilidade Social”, que considera a atuação da empresa na comunidade em ações/programas que contribuam para o desenvolvimento social.

 Inscrição

 A inscrição é gratuita e pode ser feita clicando aqui ou nos pontos de atendimento do SEBRAE. O prazo final para as inscrições é dia 17 de agosto de 2009.

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Por Boris Hermanson.

 Com a conversão da Medida Provisória n.º 449/08 na Lei n.º 11.941, em 27 de maio de 2009, foi criado uma nova oportunidade para todas empresas, pessoas físicas e empreendedores colocarem suas contas em dia com o Governo Federal, através de um novo programa de parcelamento de débitos, que será disponibilizado pela Secretária da Receita Federal já nos próximos dias.

 A nova lei permite o parcelamento de dívidas com a Secretária da Receita Federal e com a Previdência Social, das dívidas vencidas até 30/11/08, inclusive aquelas que já haviam sido parceladas nos programas REFIS, PAE e PAEX, em até 180 meses. Entre as dívidas que poderão ser parceladas estão incluída as contribuições para o INSS descontadas dos empregados e não recolhidos pelas empresas, além daquelas resultantes no aproveitamento indevido de créditos do IPI na aquisição de matérias-primas, material de embalagem e produtos intermediários.

 Além da possibilidade do reparcelamento das dívidas, o novo programa traz ainda vantagem que no que refere à redução de multas, juros de mora e dos encargos financeiros incidentes sobre as dívidas vencidas. As reduções serão as seguintes:

 I – Dividam vencidas que não tiverem sido objeto de parcelamentos anteriores:

 a) pagamento a vista: redução de 100% das multas de mora e de ofício, redução de 40% das multas isoladas, redução de 45% dos juros de mora e de 100% sobre os encargos legais;

 b) parceladas em até 30 meses: redução de 90% das multas de mora e de oficio, redução de 35% das multas isoladas; redução de 40% dos juros de mora e de 100% sobre o valor dos encargos legais;

 c) parceladas em até 60 meses: redução de 80% das multas de mora e de ofício, de 30% das multas isoladas, de 35% dos juros de mora e de 100% sobre os encargos legais;

 d) parcelados em até 120 meses: redução de 70% das multas de mora e de ofício, de 25% das multas isoladas, de 30% dos juros de mora e de 100% sobre os encargos legais;

 e) parcelados em até 180 meses: redução de 60% das multas de mora e de ofício, de 20% das multas isoladas, de 25% dos juros de mora e de 100% sobre os encargos legais.

 No caso do reparcelamento de dividas incluídas nos parcelamentos das modalidades Refis, Paes ou Paex, serão concedidas as seguintes reduções:

 a) débitos incluídos no Refis: redução de 40% das multas de mora e de ofício, redução de 40% das multas isoladas, redução de 25% dos juros de mora e de 100% sobre os encargos legais;

 b) débitos incluídos no Paes: redução de 70% das multas de mora e de ofício, de 40% das isoladas, de 30% dos juros de mora e de 100% sobre os encargos legais;

 c) débitos incluídos no Paex: redução de 80% das multas de mora e de ofício, de 40% das multas isoladas, de 35% dos juros de mora e de 100% sobre os encargos legais;

 e) débitos incluídos no parcelamento previsto no artigo 38 da Lei n.º 8.212/91 e do parcelamento previsto no artigo 10 da Lei n.º 10.522/02: redução de 100% das multas de mora e de ofício, redução de 40% das multas isoladas, redução de 40% dos juros de mora e de 100% sobre os encargos legais.

 As sociedades civis uniprofissionais poderão também parcelar seus débitos da COFINS nesta nova modalidade de parcelamento.

 O valor mínimo de cada parcela será de R$ 50,00 (cinquenta reais) para pessoas físicas e de R$ 100,00 (cem reais) para pessoas jurídicas no caso de débitos que não tiverem sido objeto de parcelamentos nas modalidades Refis, Paes ou Paex. No caso dos antigos parcelamentos, o valor mínimo de cada parcela será de 85% do valor da última parcela devida no mês anterior ao da edição da Medida Provisória n.º 449/08.

 No caso de aproveitamento indevido do crédito do IPI, o valor mínimo de cada parcela será de R$ 2.000,00 (dois mil reais).

 No caso do parcelamento pelo Refis, a parcela mínima será de 85% da média das 12 ultimas parcelas devidas no Refis antes da edição da Medida Provisória n.º 449/08. Caso o contribuinte tenha sido excluído ou tiver rescindido sua participação no Refis em um período menor que 12 meses, a parcela mínima será de 85% da média das parcelas devidas no Refis antes da edição da Medida Provisória n.º 449/08. Tais valores serão limitados ao mínimo de R$ 50,00, no caso de pessoa física, ou R$ 100,00, no caso de pessoa jurídica.

 A data para pagamento a vista ou para opção pelo novo parcelamento irá até o último dia útil do mês de novembro de 2009.

 Aconselhamos aos interessados neste novo parcelamento entrarem em contato com o posto de atendimento da Secretária da Receita Federal mais próximo e também com seu escritório de contabilidade.

 

Boris Hermanson

Consultor

Atendimento & Fomento

SEBRAE/SP

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