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Posts Tagged ‘planejamento’

Por Ronaldo Hofmeister

O marketing e o mix de marketing (produto, preço, ponto e promoção) muitas vezes se confundem. Muitas empresas baseiam seu marketing nos 4P´s mas a alguns anos atrás um novo modelo foi sugerido para substituir os P’s pelos C’s. A ideia é que não deveríamos pensar no PRODUTO mas nas necessidades do CLIENTE, ou que o PREÇO não é mais importante que o CUSTO, ou que o PONTO comercial que não for CONVENIENTE para o cliente não adianta, ou ainda que a COMUNICAÇÃO é mais abrangente que simplesmente a PROMOÇÃO. Após esta série de 4 post poderá decidir entre os 4 P’s e os 4 C’s. Nesta postagem vamos analisar a relação Produto e Cliente.

Todo produto precisa de serviço e todo serviço precisa de um produto, nos dias de hoje não temos mais como fugir disso. O mix de marketing amplia a visão e contempla entre outras coisas análises como o ciclo de vida do produto, construção de marca e etapas para o lançamento do produto.

Por outro lado de nada adianta um produto ou serviço que não atenda as necessidades do cliente. As necessidades do cliente devem ser a fonte inicial de qualquer projeto de desenvolvimento de um produto.

O problema é que nem sempre o cliente sabe dizer o que ele deseja. Vamos analisar um produto que todos conhecem: o refrigerante Coca-Cola. Se você pudesse mudar algo na Coca-Cola o que sugeriria? Sei que você deve ter demorado um pouco para identificar algo mas esta dificuldade é natural para todos os clientes. A empresa espera que o cliente tenha uma resposta aprofundada com os mínimos detalhes, mas é obrigação da empresa interpretar os desejos do cliente e transformar isso em soluções.

Portanto produto e cliente estão intimamente ligados e é difícil separar. E para você o que é mais importante levar em consideração o Produto ou o Cliente? Responda comentando este post.

Ronaldo Hofmeister

Consultor – Sebra/PR

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Por Marcos Kahtalian

Claro – alguém vai dizer – e já vou logo concordando, estratégia não é ação tática e não muda o tempo inteiro. Definitivamente verdadeiro. Contudo, não menos verdadeiro é o fato de que o mercado nos impõe a velocidade das inovações, criando novos padrões, novas categorias, ou simplesmente modificando hábitos de consumo.

Pense nas pequenas revoluções que foram (são) o surgimento das comunidades virtuais. Quando todo mundo pensava que uma excelente ferramenta como o MSN dava conta de tudo, eis que surgem Orkuts, Facebooks, Twiter e outros portais comunicacionais que fragmentam mais ainda a audiência e exigem novas estratégias de promoção.

Nessas alturas do campeonato, escrever em um blog, como fazemos aqui, é apenas uma das múltiplas maneiras pelas quais a inovação comunicacional nos pegou de jeito. Já estamos atrasados para o próximo passo.

Isso para dar o exemplo da TI. Mas o mesmo aconteceu e acontece em cada setor, onde concorrentes mais rápidos lançam novidades que reformulam todo o mercado – seja um novo remédio, um dispositivo de bio-tecnologia, o que for – de forma que a noção de que a estratégia é uma camisa de força, precisa ser cuidadosamente repensada.

Se a estratégia pode essencialmente permanecer a mesma, talvez não suas táticas – vale dizer, sua forma de atuação no mercado.

Quero dizer que se me especializo em custos baixos, em liderança de produto, ou em intimidade com o cliente (três das grandes categorias de posicionamento genérico empresarial) nem por isso devo deixar-me contaminar pela lentidão dominante das empresas, onde toda decisão demora anos para ser tomada e quando finalmente esta acontece, já não se faz mais necessária: o mercado mudou mais rápido do que levamos para decidir nossa ação.

Por tudo isso, velocidade sim: nas empresas e na concentração da estratégia em programas táticos que prevejam a necessária flexibilidade de um mercado mutante.

Marcos Kahtalian

SEBRAE/PR

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Por José de Arimatéa Dantas

Imagine uma disputa de cara ou coroa em que você tenha apenas R$ 1,00, contra um adversário com R$ 128,00, e que a regra do jogo é que o valor de cada aposta seja igual ao valor possuído por quem tiver menos dinheiro.

Dentro deste contexto, a situação do seu oponente é muito confortável, pois ele não corre o risco de perder tudo logo de cara.

E olha que jogo ingrato: quando se joga uma única vez, a porcentagem de ganho é de 50% para cada jogador, pois ou dá cara, ou dá coroa. Mas quando se joga duas vezes a moeda, o quadro piora, pois passa a haver quatro possibilidades de acontecimentos: sai cara nas duas vezes, sai coroa nas duas, sai cara na primeira vez e coroa na segunda ou sai coroa na primeira e cara na segunda.

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Por Júlio Tadeu Alencar

O futuro de uma empresa depende de sua capacidade de atender requisitos de qualidade como produto/serviço, preço, prazo de entrega, que satisfaçam as demandas e expectativas de seus clientes.

Estando com o problema requisito da qualidade resolvido, temos agora um outro grande problema: a competitividade entre empresas concorrentes, fator que pode definir o sucesso ou o fracasso de nossa empresa. Em meu entender, podemos avaliar o grau de competitividade de uma empresa, perante suas concorrentes, levando em conta os seguintes fatores:

duvidamen

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movimento_estroboscopico_mulher_nua_3 O mundo empresarial mudou. A disputa é cada vez mais acirrada. De negócio para negócio, de empresa para empresa. É uma competição extremamente ingrata e excludente, pois nela só sobrevivem os competentes. E na mesma toada, tudo isto se transfere também para o mundo dos profissionais. As empresas são “feitas” por pessoas. Pessoas que necessitam provar a competência dia-a-dia, a cada minuto. Só assim, permanecerão e conseguirão “um lugar ao sol”. Os critérios de recrutamento e seleção são mais exigentes. As avaliações de performance são mais incisivas. Os patrões são menos paternalistas. Enfim, só os profissionais sobrevivem. Os amadores não conseguem mais vencer. As mudanças das últimas décadas – a evolução tecnológica e científica, da gestão empresarial e do processo de globalização – impuseram a transformação do mercado de trabalho e a revolução da empregabilidade.

Vivemos assim, a terceira grande transformação na economia e na sociedade: a primeira foi a mudança de uma economia extrativa para uma economia agrícola, cujo recurso principal era a terra; a segunda foi a mudança para uma economia industrial com base no capital fixo; agora ocorre a mudança para uma economia do conhecimento com base no capital humano. Esta, ou a terceira revolução industrial, como vem sendo chamada pelos estudiosos, trouxe as novas tecnologias de informática e de comunicações, que causaram enorme impacto no mercado de trabalho, modificando o próprio conceito de emprego – face às alterações na intensidade, na forma e nas relações de trabalho.

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Por José Carmo Vieira

1 – Sucesso x Fracasso

Uma boa localização pode representar uma grande variação no volume de negócios e ser determinante entre o sucesso e o fracasso de um empreendimento.

2 – A importância do “P” de ponto

A questão da localização não pode ser dissociada dos outros componentes do marketing. Considerando os 4 PS, deve-se buscar a coerência entre o PONTO (localização), o PREÇO, o PRODUTO e a PROMOÇÃO. O P de Ponto tem caráter de vida longa, enquanto os outros “Pês” podem sofrer ajustes e serem reorientados de forma tática mais facilmente.

3 – Ponto ideal

O ponto ideal é o que fica mais próximo do seu público-alvo e que mais se ajusta à proposta do negócio. Uma loja que não atenda a essas características requer investimento de muito tempo e dinheiro para garantir a sua presença no mercado.

olhoazul

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