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Posts Tagged ‘vivianne vilela’

 

Do livro: “O Mundo é Plano: uma breve história do século XXI” deThomas Friedman:

“Uma maneira para que as firmas pequenas sobrevivam no mundo plano é aprender a comportar-se como se fossem realmente grandes. E a chave para agir como grandes sendo pequenas é a rapidez em aproveitar todos os novos instrumentos de colaboração a fim de chegar mais longe, mais depressa, mais ampla e mais profundamente.”

Pra quem não leu ainda “O Mundo é Plano”, recomendo. É leitura obrigatória para quem trabalha com negócios, na área de Internet, etc.

capa do livro o mundo é plano
Capa do livro, editora Objetiva 2007

 Friedman, conta um pouco sobre sua viagem à India e como descobriu que o mundo se achatou, além de alguns casos bem interessantes de empresas conhecidas mundialmente e como essas obtiveram vantagem competitiva através de cadeias de fornecimento global, colaboração e muita inovação.

Encontrei no Youtube o vídeo com um trecho de uma entrevista com o autor.

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O uso de sistemas digitais em todos os aspectos e operações
da nossa vida cotidiana é praticamente inevitável. Mesmo quem pense
não estar conectado ao mundo digital está.

TÊNDENCIA Nº 18: Envolvimento com o mundo Digital
Não há como negar ou fechar os olhos para a realidade de que vivemos num mundo digital, no qual as informações, o conhecimento, as transações comerciais e mesmo os relacionamentos pessoais estão cada vez mais ligados e interligados num universo de bites. A tendência ê de que essa intersecção do mundo off-line com o mundo on-line seja cada vez maior, chegando em muitos casos à situação de dependência.

Em seu novo livro Revolutionary Wealth, Alvin Toffler se refere ao significado do alargamento do uso do mundo digital na expansão da economia quando diz “a nossa foi a primeira geração que aprendeu a gerar riqueza fora da superfície da Terra… os satélites são apenas o primeiro passo dessa conquista”.

Mesmo quem acha que não está ligado ao mundo digital está, seja pela necessidade direta e inevitável de usar sistemas e interfaces digitais para efetivação de seus processos de produção, compra e venda, contatos pessoais e informação, seja pela necessidade que seus clientes terão de uso desses sistemas. Além disso, é preciso considerar que a revolução digital provocou mudanças profundas no modo como as pessoas se relacionam com outras pessoas, com as empresas e seus produtos e suas marcas. O conjunto de expectativas que um consumidor tem hoje ê bastante diverso de um consumidor da era analógica.

Hoje, por exemplo, tempo de resposta ê um fator muito valorizado pelo consumidor acostumado à conexão banda larga e internet de alta velocidade. As empresas precisam ser mais rápidas em atender e processar as demandas desse consumidor.

Tudo está mudando rapidamente. As comunidades criadas pela internet geraram um novo tipo de comportamento, novos padrões éticos, novas formas das pessoas verem e avaliarem o mundo. Se a sua empresa não atender bem seus clientes, não demorará muito para ser criada uma (quem sabe várias) comunidade no Orkut, de usuários insatisfeitos, originando uma onda negativa de marketing viral.

Essas comunidades virtuais se sofisticam cada vez mais e, com elas, sofistica-se o comportamento do consumidor. A grande novidade agora, e que deve representar uma nova onda na internet nos próximos anos, é a de programas que geram mundos virtuais, em que o usuário deixa de ser apenas um perfil descritivo para ser um “personagem virtual”. O Second Life (www.secondlife.com) é um deles. Conjugando a atmosfera de jogos RPG, cenários em três dimensões ao estilo The Sims e o sentido de relacionamento de comunidades como o Orkut, o SL (Second Life) fechou o ano de 2006 com mais de dois milhões de usuários cadastrados no mundo. Nessa “segunda vida”, o usuário pode fazer coisas normais como comprar músicas, encontrar novos amigos e assistir a shows, além de coisas fantásticas, como voar, trocar totalmente de aparência ou se transportar no tempo e no espaço.

Empresas do mundo real já estão adquirindo espaços virtuais para “construir” seus pontos de venda no SL. Bancos, hotéis, operadoras de celulares, etc. já perceberam a força que esse novo tipo de comunidade virtual terá em breve em todo o mundo. A banda U2, por exemplo, já realizou “apresentações virtuais” no SL. Essa nova plataforma de relacionamento ativa um novo fenômeno comportamental, no qual as pessoas têm à sua disposição todos os mecanismos para a realização de todos os seus desejos, possíveis ou impossíveis, no mundo real. Isso, seguramente, irá afetar a forma como se relacionarão no mundo real, com outras pessoas, com instituições e com empresas e suas marcas.

Esse é apenas um exemplo – talvez, apenas o mais atual sobre como a revolução digital infere, interfere e muda as regras de comportamento, consumo e relacionamentos das pessoas no mundo em que estamos vivendo, o mundo digital. E essa é uma tendência sem retorno: o envolvimento com o universo digital será cada vez mais integral e obrigatório. Queiramos ou não.

Razões dessa tendência
Em 1946, surgia o primeiro computador do mundo, uma máquina de 27 toneladas criada pelo exército americano para realizar cálculos bélicos. Desde então, o mundo não foi mais o mesmo. Mesmo que o Eniac, como ficou conhecida a engenhoca, usasse cerca de 18 mil válvulas analógicas e 6 mil chaves manuais, iniciava-se ali a maior de todas as revoluções que a humanidade já experimentou até agora, a Revolução Digital.

Sessenta anos depois, qualquer calculadora de bolso comprada em uma loja de R$ 1,99 é milhares de vezes mais poderosa que o Electronic Numericallntegrator Analyzer and Computer. Nesse período, houve um crescimento exponencial da capacidade de integração e processamentos dessas máquinas maravilhosas e do impacto que elas exerceram e exercem sobre toda a produção, todo o armazenamento e a disseminação do conhecimento humano.

O lançamento do primeiro PC (Personal Computer) pela Apple em 1977, a criação da internet em 1969 (outra invenção dos militares americanos) e sua posterior massificação comercial em meados dos anos 90 são momentos-chave nessa revolução. A nossa história com os computadores pessoais é relativamente nova em termos de anos, mas extremamente longínqua quanto à capacidade dos equipamentos. Quem teve um PC-XT na década de 80 ou mesmo um 386 ou 486 na década de 90 sabe do que estamos falando. Temos máquinas centenas de milhões de vezes mais rápidas por um preço dezenas de vezes mais baratos. Há uma história entre os especialistas de informática, segundo a qual se a indústria automobilística tivesse se desenvolvido na mesma escala da indústria da informática, compraríamos uma Mercedes último modelo por cerca de cinqüenta centavos de dólar.

Um mundo digital foi sendo construído rapidamente nas últimas décadas, com uma velocidade crescente, exponencial. Nenhum de nós consegue imaginar sua vida sem os computadores e a internet, seja em nossas atividades profissionais, seja em nossa vida pessoal ou no universo das relações comerciais, educacionais, cientificas e tecnológicas em que somos envolvidos em nosso dia-a-dia.
Todas as áreas da atividade humana foram, estão e cada vez mais serão fortemente impactadas pela Revolução Digital, não apenas pelo aparato tecnológico dela decorrente, mas, sobretudo, na forma como passamos a encarar o mundo, a vida e o nosso cotidiano.

Impacto sobre os negócios
O impacto da Revolução Digital sobre o mundo dos negócios é incontestável e se verifica sobre esses dois eixos já referidos: o eixo das inovações tecnológicas e o eixo das mudanças comportamentais.

Você consegue se imaginar sem computador, internet, telefone celular, cartão de crédito, câmera fotográfica digital e outras facilidades que hoje dependem de forma vital de sistemas digitais? Você consegue se imaginar sem sites de buscas, Internet banking, e¬mail, msn, tocadores de mp3 e outras maravilhas criadas pela Revolução Digital7 Os mais velhos ainda lembram de quando essas coisas não existiam, mas não conseguem entender como era possível viver sem elas. Os mais jovens muito menos.

Hoje, estamos ligados a uma infinidade de sistemas digitais, seja no pagamento de uma simples compra no mercadinho da esquina, no qual utilizamos cartões de débito, seja na emissão de bilhetes aéreos, ou mesmo na utilização de um elevador automático digital que lhe avisa com voz sintetizada que vocé chegou ao andar desejado. Para onde quer que voltemos nosso olhar, e mais ainda sobre onde o nosso olhar não alcança, temos sistemas digitais organizando, acelerando, facilitando a vida do homem do século XXI. Essas inovações tecnológicas provocam novas inovações tecnológicas, numa espiral que parece não ter fim.

O acesso à tecnologia muda o comportamento das pessoas. Novos valores vão sendo construídos, novas percepções vão sendo cristalizadas e novas atitudes acabam sendo incorporadas ao nosso dia-a-dia. Hoje, por exemplo, ampliaram-se muito as possibilidades de relacionamentos e de crescimento de networks. Um jovem de nossos dias se relaciona com um número de pessoas muito maior do que um jovem dos anos 50, por exemplo. Os sites de relacionamento, os programas de conversação, o uso massivo do telefone celular, tudo multiplicou o número de contatos que uma pessoa pode fazer ao longo de sua vida. Segundo a In-Stat, em 2010, cerca de 130,6 milhões de pessoas assistirão a TV pelo celular.

Não é incomum ter-se amigos em outros paises, sem jamais tê¬-los visto pessoalmente. Namoros e casamentos também são realizados dessa forma. Negócios, igualmente. Há quem trabalhe para uma determinada empresa sem nunca ter pisado em sua sede física. O contato pessoal, presencia I, vem sendo substituído pelo contato virtual.

Isso tudo implica novos paradigmas, novas necessidades, novas formas de avaliação e resposta por parte dos consumidores em relação aos apelos de compra, ao marketing e à postura comercial das empresas.

Então, as empresas, as instituições, os governos e tudo mais precisam se adaptar a essa nova realidade, a esses novos contornos de comportamento de suas clientelas, habilitando-se a se relacionar com essas pessoas impactadas pelo mundo digital. Isso exige mudanças de processos, de atitudes e de disponibilidade por parte dessas corporações. Haverá um contribuinte que deseje aproveitar o feriado para pagar seus impostos pela Internet ou um contingente considerável de pessoas que desejem fazer um mestrado sem precisar ir à universidade ou, ainda, um grupo de consumidores interessados num modelo customizado de determinado produto ofertado por essa ou aquela empresa.

Você, que é empreendedor, seja qual for a área e o porte do seu empreendimento, precisa estar atento para essas mudanças que a tecnologia digital vem provocando na mente e no comportamento dos consumidores. Eles estão assumindo uma nova forma de pensar, de se posicionar e de comprar. Sua empresa, seu negócio, seus produtos e suas marcas precisam estar conectados a essa nova realidade, porque serão, sem dúvida, impactados por ela.

Sugestões de negócios

  • Escola on-line

A área da educação é uma das que mais têm condições de se aproveitar do novo ambiente e das novas condições que o mundo digital oferece para transmissão de conhecimento. Já são realidade, há muito tempo, os programas de ensino a distância. O que impede, então, que se utilize a internet para ampliar essas possibilidades?

Uma escola que ofereça cursos e palestras on-line em diferentes áreas é um exemplo. A escola poderia funcionar num portal de acesso restrito a alunos matriculados, com uso de senha pessoal. As aulas ou palestras poderiam ser transmitidas em tempo real, de qualquer lugar do mundo onde se encontre o especialista programado, ou poderiam ser armazenadas digitalmente para que o aluno faça o download e assista no horário que melhor lhe interessar. O portal pode oferecer, ainda, solução on-line de dúvidas, fóruns temáticos, provas e avaliações on-line, banco de conteúdos, etc.

Por não ser um ensino presencial, por oferecer a possibilidade de armazenamento e disponibilidade digital de conteúdos e por não exigir grandes investimentos em estrutura física, essa escola on-line poderia investir mais em seus professores, consultores e palestrantes convidados, criando, inclusive, um diferencial qualitativo importante em relação âs escolas e aos cursos tradicionais. Além do que, esses

ministrantes podem estar em qualquer lugar do mundo, a qualquer tempo, oferecendo como grande diferencial a flexibilidade e a atualização de conteúdos. Igualmente, não há limitador geográfico para os alunos, que poderão estar espalhados por todo o País e até mesmo no exterior.

  • Filtros especializados

O maior problema hoje na internet não é encontrar informações sobre qualquer assunto, é encontrar a informação mais relevante e correta para os nossos interesses. Há informações demais, muito além do que somos capazes de processar. Além disso, existe a questão da veracidade e da correção dessas informações. Como já virou bordão: “na internet tem tudo e de tudo”.

Isso abre oportunidades para empresas que se especializem em filtrar, checar e auditar essas informações. Portais especializados em determinados segmentos de mercado, em determinadas áreas de interesse, que ofereçam um trabalho de catalogação, sistematização e filtro de informações conforme a necessidade e o perfil dos usuários.

Assim, uma empresa pode prover os usuários de seu portal da mais completa, atualizada e confiável informação disponível na internet a respeito de vinhos, por exemplo, ou sobre automóveis antigos. Ou ainda sobre assuntos mais amplos como história, economia, agricultura ou política.

Não se trata de apenas disponibilizar mais um portal na internet e, sim, de um serviço de busca especializada, de fontes confiáveis, testadas e atestadas. As noticias, as informações e os sites referenciados em tal portal de filtro são confiáveis. Sendo assim, se eu tenho interesse em informações sobre gado, por exemplo, eu posso recorrer a um portal de filtro especializado em gado, que concentre informações de centenas de outros portais e sites especializados. E como se criássemos um “Google” especializado em determinada área de interesse, com maior rigor na seleção de referências e com informações atualizadas e checadas.

  • Shopping virtual de bairro

Em cada média ou grande cidade, os bairros adquiriram vida própria nas últimas décadas, em função do crescimento da população e conseqüente expansão do espaço físico dessas cidades.

Nos bairros, há, em geral, todo tipo de comércio e serviços. Isso pode se configurar em diversas oportunidades empreendedoras. Uma delas pode ser um shopping virtual, que reúna um bom número de “lojas” virtuais e que possibilite a compra e/ou contratação de serviços via internet. Esse shopping poderia reunir desde minimercados, farmácias, locadoras de vídeo, floriculturas, livrarias, entre outros, tendo a mesma base de navegação e dinâmica de compra, com serviço de entrega a domicilio.

O empreendedor do shopping pode somente locar “lojas” ou administrar todo o processo de compra, venda e entrega.

Já existem algumas experiências incipientes nesse sentido, mas há muito ainda que pode ser feito. Além de ofertar virtualmente produtos e serviços existentes no mundo offline, o shopping poderia criar outros especialmente para a internet (serviço de classificados, por exemplo) e também criar comunidades de interesse dentro do bairro, espaços de relacionamento, disponibilizar noticias, etc.

Dicas para negócios já existentes

  • Redes varejistas poderiam prover acesso gratuito á internet a seus clientes freqüentes, por meio de um provedor próprio. Esse pode ser um eficaz meio de fidelização, além de um novo canal de comunicação com o seu público. Essa iniciativa poderia ser auto-sustentada e até gerar resultado financeiro para a empresa, na medida em que pode contar com a participação de parceiros e fornecedores.
  • A base de dados das operadoras de telefonia celular ainda é muito pouco explorada pela maioria das empresas em suas estratégias de marketing de relacionamento. Enviar, por exemplo, mensagens de aniversários, via SMS, para clientes atuais e potenciais pode ser uma forma barata e simpática de manter sua marca na mente do seu público.
  • A idéia de serviços pré-pagos pode ser ampliada para uma infinidade de mercados, ainda mais com a popularização da tecnologia dos smart cards, os cartões inteligentes. Assim, por que não se ter cinema, locação de vídeos e lavagem de carros pré-pagos? Essa é uma das facilidades do sistema digital que pode ser explorada por empresas de diversos segmentos.

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Sobre os autores.
Susana Maria Kakuta é Socióloga e doutora em Sociologia e Relações Internacionais. Foi Diretora de Operações do Sebrae/RS
Julio Ribeiro é Jornalista com pós-graduação em Administração de Empresas e especialização em Marketing. Colunista da revista Gestão&Negócios

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 Esta é uma das perguntas mais ouvidas pelos técnicos do atendimento no Sebrae.

Aqui em Natal tive a oportunidade de ouvir o “causo”de um atendimento feito pela Gilvanise

O seu Francisco chegou no Sebrae com a esposa e a filha em busca de orientação empresarial pois pretendia abrir o empreendimento que mais estivesse “dando dinheiro”. E fez a pergunta que não quer calar:

– O que é que a” Sebrae me indica que esteja dando dinheiro?

A Gil muito sábia começou a conversa perguntando do que ele mais gostava.

– Vou gostar de de qualquer coisa que esteja dando o dinheiro, disse o cliente.

Olha só o beco criado no meio do atendimento…

  Por exemplo quando um jovem precisa escolher para qual área vai prestar o vestibular ele começa analisando as opções do que não gosta. Assim também é possível fazer na hora de escolher o empreendimento que quer trabalhar. Do que é que o senhor não gosta?

– Ah, qualquer coisa. Eu quero é ganhar dinheiro.

– Então neste caso o senhor poderia abrir uma funerária. Todo dia tem cliente e dá dinheiro.

A esposa e filha gritaram:

– Funerária não!! E fizeram o sinal da cruz em sinal de medo e respeito.

– Anote aí seu Francisco: Não gosto de funerária. Pronto, já vamos começar a lista dos empreendimentos que o senhor não gosta.

Lição aprendida: nem todo empreendimento que esteja dando dinheiro serve para todos. Do que é que você não gosta?

 

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Um peixe fora d’água

Ao chegar em Natal/RN na tarde de domingo tive a grata surpresa de descobrir que a reserva que eu tinha feito pelo site do hotel, não tinha chegado no setor de reservas. A informação no site estava desatualizada!

Como o Tiago, que me recebeu, têm muitas horas de vôo na arte de atender clientes, o atendimento foi ímpar pois ele conseguiu a proeza de me fazer sentir-se bem-vinda, mesmo quando eu não era esperada. Será que ele é mineiro (um povo que sabe receber e nos faz sentir-se em casa)?

No outro dia no café da manhã me senti um peixe fora d’água. No restaurante todos os hóspedes estavam com roupas de banho, chinelo, bonés prontos para começar a semana no melhor lugar: na praia, tomando água de coco, vendo a vida passar de frente pro mar lindo da praia de Ponta Negra. Foi quando a pequena Isabela perguntou a sua mamãe:

– Mamãe olhe essa moça. Pra onde ela vai? Aqui num é férias?

Pense num olhar “estarrecido”da pequena de 3 anos diante do meu terninho e do salto alto. Me transformei na manhã de segunda em um peixe fora d’água numa cidade onde quase sempre é verão, o que na cabeça de muitas pessoas, significa uma alforria das rotinas e passa a ter dias mais coloridos e alegres. Aqui se têm o melhor dos dois mundos: trabalho e férias, sem falar na qualidade de vida já que Natal é considerada a melhor capital do nordeste para se viver.

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Depois de quase 1h40 de chá de cadeira no Galeão sem direito a bons biscoitos (paixão da minha alma mineira) consegui embarcar com destino a Aracaju com direito a conexão em Salvador. Logo após a autorização para decolar em Salvador fomos imediatamente informados pela Infraero de que a pista tinha sido fechada por conta da enorme quantidade de pássaros (leia-se urubus) na pista!! Precisaram chamar os bombeiros para espantar os bichinhos da pista…mas aí o problema continuou, afinal eles também precisam desocupar os espaço aereo! Lá se foi mais uma hora de espera dentro do avião, até que consegui chegar em Aracaju com direito a sol, mar azul e um taxista simpatico. Aleluia!

 

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Ao descer no meio da tarde no aeroporto Santos Dumot fui saudada pelo calor do sol carioca e um mar sem fim. Uma beleza de se olhar.  Este sem dúvida é o melhor aeroporto para se chegar no Rio de Janeiro: é tanta luz e beleza que nos alegra a alma.

Ao entrar no taxi, e dizer o endereço do hotel, percebi que a minha segunda-feira de repente, ficou cinza: pense em um taxista que ficou muito bravo e não fez questão nenhuma de esconder a insatisfação com a pequena corrida?!! Até entendo que ele deveria estar na fila há algumas horas e quando chegou a sua vez, foi agraciado com uma corrida pequena. Afinal a corrida era do aeroporto ao Ibis na Praça Tiradentes. Mas isso não dá o direito a nenhum taxista de tratar mal o cliente, afinal de contas, ele não está numa fila onde se entende “disponível-prestador de serviços”? Creio que este taxista não tem noção do valor de um cliente, pois por conta do mau humor acabou perdendo uma “corrida grande” já que no retorno desta viagem eu precisaria de um taxista pra me levar do centro do Rio ao aeroporto do Galeão. Pergunte se eu contratei os serviços deste taxista? O mal atendimento deixou-me em um  beco cuja saída foi contratar os serviços de um outro taxista!

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