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Posts Tagged ‘web 2.0’

A partir de hoje até o dia 31 , mais uma vez a cidade de São Paulo vai receber milhares de internautas do Brasil e do mundo para participar da Campus Party, o principal ponto de encontro daqueles que cotidianamente usam as redes sociais para compartilhar conhecimento, trocar experiências e realizar todo tipo de atividades relacionadas à tecnologia, à cultura digital e ao entretenimento em rede. É o momento do encontro, em carne e osso, da Web 2.0, da Internet interativa.

Campus Party é considerado o maior evento de inovação tecnológica, Internet e entretenimento eletrônico em rede do mundo. Um encontro anual realizado desde 1997, que reúne, durante sete dias, milhares de participantes com seus computadores com a finalidade de compartilhar conhecimento, trocar experiências e realizar todo o tipo de atividades relacionadas a computadores, às comunicações e às novas tecnologias.

Os participantes da Campus Party mudam-se com seus computadores, malas e barracas para dentro das instalações do evento. Lá encontram uma completa infra-estrutura de serviços, lazer, higiene, segurança, alimentação e, principalmente, tecnologia. Durante uma semana a Campus Party transforma-se na casa de todos.

Participam do evento estudantes, professores, cientistas, jornalistas, pesquisadores, artistas, empresários e curiosos. A Campus Party é o ponto de encontro de todas as tribos que atuam nas redes sociais da Internet com as empresas e as administrações públicas.

É um público composto por líderes das redes sociais e comunidades on line extremamente ativas na sociedade em rede, com enorme poder de formar opinião e criar tendências. Um público de vanguarda, trendsetter, que antecipa o futuro da nova economia e os caminhos da tecnologia da informação.

Pela Campus Party já passaram convidados de destaque como Neil Alden Armstrong, o primeiro homem que pisou na Lua em 1969, Eveline Herfkens, coordenadora geral da Campanha dos Objetivos do Milênio das Nações Unidas, e Stephen Hawking, o grande físico britânico.

Brasil

Após 12 edições na Espanha, a Campus Party iniciou em 2008 seu processo de internacionalização. E o Brasil foi o primeiro país escolhido para receber a maior festa mundial da internet.

Na última edição, realizada em janeiro de 2009, a Campus Party Brasil recebeu 6.655 campuseiros e mais de 118 mil visitantes da Área Expo e Lazer.

Conteúdo

A Campus Party oferece 24 horas de atividades por dia, num espaço com quatro zonas temáticas, que abrangem temas que vão desde a criatividade digital à robótica. Durante uma semana, os campuseiros têm a oportunidade de participar de oficinas, palestras, demonstrações, concursos e outras atividades.

E, mais importante, de estarem inseridos num universo colaborativo e participativo, numa demonstração de que o conhecimento cresce quando compartilhado.

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Por HSM Management

Ainda que você não veja perigo iminente, aproveite este momento de crise para avaliar sua estratégia on line diante das opções no horizonte.

“Cada estágio na evolução da world wide web demostrou ter a capacidade de transformar negócios e empresas“, afirma Ajit Kambil, diretor internacional da Deloitter Research, em artigo publicado no Journal of Bussiness Strategy. Mesmo que ainda seja um desafio – ou uma conta pendente – para muitas empresas, a era da web 2.0, de acordo com a Kambil, está transferindo o foco de atenção e a posição de privilégio para a web 3.0, a rede semântica. E a versão 4.0, ou móvel, está preparada para decolar, com uma aparentemente distante web 5.0, a rede “sensível”, já em seus calcanhares. A breve descrição que se segue pode ser útil para determinar em que etapa desse vertiginoso circuito paralelo está centrada sua estratégia.

– WEB 1.0: Internet básica

Limitada basicamente para publicar documentos e realizar transações. Com ela, as grandes empresas inauguraram sua estratégia online. Criaram um site onde publicavam informação corporativa e desenvolveram planos de marketing e vendas que incorporavam a web como ligação com os clientes.

– WEB 2.0: a rede social, da colaboração

No final dos anos 1990, ela mudou o papel dos usuários, que começaram a criar em conjunto e socialmente conteúdo e valor. Os símbolos: YouTube, Facebook, LinkedIn, deli.cio.us, Wikipedia. Uma plataforma cooperativa na qual o poder coletivo e os efeitos da rede (a cauda longa, ou long tail) abriam a possibilidade de gerar valor extraordinário. Hora de modificar os modelos de negócio para aproveitar as vantagens de “escalar” cada contribuição individual e de preparar-se para conviver no Grande Irmão virtual.

– Web 3.0: a rede semântica

A inteligência humana e a das máquinas combinadas. Informação mais rica, relevante, oportuna e acessível. Com linguagens mais potentes, redes neurais, algoritmos genéticos, a web 3.0 coloca ênfase na análise e na capacidade de processamento e em como gerar ideias a partir da informação produzida pelos usuários.  Quem investir nela e no novo mundo transparente, quem concentrar energia e meios em comunicar-se e gerar confiança a partir da web será o dono das vantagens competitivas.

– Web 4.0 – a rede móvel

A partir da proliferação da comunicação sem fio (wireless), pessoas e objetos se conectam em qualquer momento e em qualquer lugar do mundo físico ou virtual. Ou seja, integração em tempo real. Com mais “objetos” na rede, acrescenta-se um novo nível de conteúdo gerado pelos usuários e com ele outro nível de análise. Por exemplo, o GPS que guia o automóvel e ajuda o motorista a fazer um caminho melhor ou a economizar combustível em pouco tempo evitará o trabalho de dirigir.

– Web 5.0:  a rede sensorial-emotiva

Mesmo que um blog estimule um debate apaixonado ou um vídeo no YouTube provoque uma reação em cadeia, a web é “emocionalmente” neutra: não percebe o que sente o usuário. De acordo com Kambil, mesmo que as emoções continuem sendo difíceis de “mapear”, já existem tecnologias que permitem verificar seus efeitos. O site wefeelfine.org rastreia e cataloga frases emocionais na web e registra a frequência e localização de clusters de sentimentos. A empresa Emotiv Systems criou, com o recurso da neurotecnologia, auriculares que permitem ao usuário interagir com o conteúdo que responda a suas emoções ou mudar em tempo real a expressão facial de um avatar. Se é possível “personalizar” as interações para criar experiências que emocionem os usuários, a web 5.0 será, sem dúvida, mais afável que suas antecessoras. E mais manipuladora.

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Por Jorge Luiz da Rocha Pereira

Existe um enorme mercado de TI ainda por explorar no universo das pequenas empresas, desde a comercialização de equipamentos e aplicativos, até a oferta de serviços específicos como de consultorias, suporte técnico, manutenção, etc., porém muitas destas oportunidades de novos negócios estão, ainda, camufladas.

 

Para você interessado em ingressar neste mercado pouco compreendido, são necessários alguns cuidados, que podem ser divididos em três estágios:

 

1º Estágio – Diagnóstico do Mercado

Para entender as angústias, frustrações e desejos do mercado, você precisa inicialmente estudar a cultura dominante no momento e a linguagem usual mais adequada para o relacionamento comercial.

Encontrar a localização e analisar os melhores caminhos para chegar até eles, sem alarde e projetos megalomaníacos.

Reconhecer as carências dos diversos nichos de mercados através de conversas e análises das conveniências de cada possível cliente.

Proceder à adequação dos produtos e serviços para os consumidores previamente estudados.

Realizar a negociação do orçamento, de forma a atender as expectativas mercadológicas e financeiras dos dois lados, fornecedor e consumidor.

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Quase um quarto da população mundial – cerca de 1,4 bilhão de pessoas – irá usar a internet de forma regular neste ano, e a estimativa é que esse número supere 1,9 bilhão, ou 30% da população do mundo, em 2012, de acordo com um estudo da IDC.

Segundo pesquisa recente da consultoria, embora as funções da web 1.0 – como busca, compras e envio de e-mails – devam continuar populares entre os usuários, as ferramentas da web 2.0, tais como vídeos, blogs e redes sociais, têm atraído cada vez mais internautas em todo o mundo. Hoje, existem cerca de 1,5 bilhão de aparelhos, incluindo PCs e telefones celulares, que acessam a rede, e a previsão é que, até 2012, este número dobre e alcance 3 bilhões.

 

O tráfego de dados em banda larga fixa tem crescido a taxas de dois dígitos nos últimos anos no Brasil. De 2002 até o ano passado, o aumento foi de 56 vezes. E a previsão da IDC é de que aumente ainda oito vezes até 2012, tanto pelo crescimento na base de assinantes quanto pela média de banda contratada.

 

Ainda de acordo com a pesquisa, a China ultrapassou os Estados Unidos, no ano passado, e se tornou o país com o maior número de usuários da internet em todo o mundo. O país possui hoje 275 milhões de internautas e as projeções indicam que o número deve saltar para 375 milhões até 2012.

Daqui a quatro, haverá mais de 1 bilhão de compradores on-line na rede mundial, o que deve fazer com que o comércio entre empresas e consumidores (B2C) alcance o valor de US$ 1,2 trilhão. Já as transações entre empresas (B2B) deverá ser dez vezes maior, totalizando US$ 12,4 trilhões.

Mundialmente, os gastos com publicidade na web somarão US$ 65,2 bilhões no fim deste ano, o que corresponde a quase 10% de todas as despesas com anúncios, em todos os meios de comunicação. 

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